Páginas

Mostrando postagens com marcador sorte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sorte. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de outubro de 2014

Dedo podre... Você já conhecia essa expressão?

Por que algumas pessoas só escolhem parceiros inviáveis!?



Chega um momento da vida adulta, depois de um ou dois tropeços, em que somos obrigados a refletir sobre as nossas escolhas afetivas. Para um amigo de quem eu gosto muito, esse momento chegou por volta dos 35 anos, quando ele percebeu que estava sofrendo – de novo – por uma mulher que não gostava dele. Num momento de lucidez, ele se deu conta de que havia um padrão no seu comportamento, e que ele levava, invariavelmente, a um pé na bunda. Na dele.



Começo com essa história corriqueira para falar daquilo que chamam de “dedo podre”, a capacidade que têm algumas pessoas, homens e mulheres, de escolher sempre o parceiro errado. Há muitas pessoas assim. Elas não têm sexo, idade ou tipo físico determinado. Nem o temperamento delas é parecido. Em comum, têm apenas essa terrível inclinação a se ligar emocionalmente a gente inviável – que, por uma razão ou por outra, é incapaz de manter com elas o tipo de relação que elas gostariam de ter.


Eu não sei como esse dedo aparece, mas tenho algumas suspeitas.

Ao contrário do que se diz, minha primeira impressão é que não se trata apenas de azar. Se o primeiro namorado da Fulana era um malandro mentiroso, o segundo um psicopata ciumento e o terceiro ainda está apaixonado pela ex-mulher, não dá para culpar a falta de sorte. Fulana, claramente, não sabe escolher. Continua sendo uma coitadinha, mas a responsabilidade é dela, não do destino.


Suspeito que por trás de cada escolha equivocada exista sempre uma alma carente. É óbvio, né? Quem precisa demais da atenção dos outros não consegue julgar ninguém direito. A pessoa se agarra ao primeiro que passa, cai na primeira conversa que escuta, se apaixona por qualquer um. Falta critério a quem precisa demais de carinho. Gente assim torna-se extremamente vulnerável. Vira uma presa fácil dos truques, desmandos e caprichos dos outros.




Além da carência, há o velho problema da autoestima. Ou da falta dela. Quem gosta de si mesmo fica melhor sozinho, quem gosta de si mesmo procura gente que lhe faz bem, quem gosta de si mesmo busca uma pessoa especial, porque sente que merece. Quem não se gosta faz tudo ao contrário.


Tempos atrás, uma analista me disse que a pessoa que a gente escolhe diz muita coisa sobre nós. Ela conta, sobretudo, como vemos a nós mesmos. Faz sentido, não?



Alguém que se envolva sistematicamente com tranqueiras está informando ao mundo que não se acha melhor do que aquilo. Gente que se deixa maltratar e humilhar anuncia aos quatro ventos que não tem respeito por si mesmo. 


O contrário também é verdadeiro. Quando alguém que conhecemos aparece ao lado de uma pessoa alegre, altiva e generosa, quando exibe uma relação apaixonada e sólida, nossa impressão sobre ele ou sobre ela cresce. Nem poderia ser de outra forma. Diga-me com quem dormes e te direi quem és. Ou, pelo menos, como te imaginas.

Antes de encerrar, eu queria deixar claro que não acho que escolher seja fácil. Sobretudo no mundo em que a gente vive. Há gente demais à nossa volta, as opções são muitas e a confusão é enorme. Ao contrário do que diz aquele juiz de futebol na televisão, as regras não são claras. Mas, se a vida não oferece garantia contra enganos, ela nos dá alguma inteligência para perceber quando eles estão se repetindo. Isso nos permite tomar providências.


Por ter vivido e observado, sei que “dedo podre” tem cura. Não é como aquela dor no baço da adolescência, que simplesmente passa. Carência, falta de autoestima e ausência de ambição sentimental (“pra mim, qualquer um serve”) têm de ser ativamente combatidas. Com ajuda externa, se necessário.





O amigo a quem eu me referia no início desta coluna fez anos de análise para colocar seus sentimentos no lugar. Demorou, mas um dia percebeu os fatos elementares da vida amorosa: não existe amor sem reciprocidade, não há vida comum sem afinidade, o desejo não compensa sofrimento. Com isso, o dedo podre dele ficou no passado. E o seu?





Para ilustrar a chamada “Síndrome do dedo podre”, encontrei esse relato que é no mínimo engraçado... “Se não fosse cômico, seria trágico!”

Aos 13 anos me apaixonei pelo pegador da escola... Zé era desejado por todas as meninas... E, claro, me ferrei bonito... Passei anos sendo o fim de festa dele... Se não pegasse ninguém, ficava comigo... Que sina!!!

Anos depois veio o Flávio... Meu primeiro namorado... Eu louca, apaixonada e burra... poucos meses depois o gatinho me trocou por uma gordinha que tinha chegado de Brasília...

Aí veio o Porto. rsrsrsrs... Ele não sabia se me queria ou queria a ex-namorada... Foi um fica-não-fica sem fim... Que sofrimento...

Depois dele me apaixonei pelo Marcus... Ah como eu gostava dele... E ele também gostava de mim... e de todas as mulheres que dessem bola pra ele... humpft...

Com o Márcio eu tinha certeza que seria diferente... Foi 1 ano e meio de tormento namoro. O cara tinha ciúme até do meu irmão... Terminei antes que ele me pedisse pra usar uma burca...

Aí teve o Oliveira... tirando o fato de que o cara era um vagabundo profissional e aos quase 30 anos ainda vivia às custas da mãe (e de mim... rsrsrs) ele era o namorado perfeito... Cansei da falta de ambição e da inércia do gatinho e decidi partir...

Com o Silva foi diferente. Cara responsável, trabalhador... Foram anos de relação... Só terminou porque eu fiquei exausta de tentar me relacionar bem com as três ou quatro personalidades que ele tinha...

Mas não fiquei só muito tempo... Logo depois do Silva eu encontrei o Costa... A melhor definição para esse namorado quem deu foi uma amiga lá de Natal: Come fava e arrota caviar... Em um ano e meio o cara deixou um rombo imenso na minha conta bancária e os meus cartões todos bloqueados...

Decidi, então, dar uma chance a um antigo apaixonado... Até me mudei pra muito longe pra poder ficar com o cara... Eu acreditava que com ele, sim, eu seria feliz... Mas a felicidade acabou quando o vi invejando minha maquiagem e meus vestidos e minhas calcinhas... Pô, ninguém merece...

De volta pra casa conheço o Sampaio... Foram três anos juntos... Mas ele decidiu casar... com outra... e eu dancei!!!

Há um mês atrás terminei uma relação de um ano com Beto... Gente boa demais... Demais mesmo... Gente tão boa que tinha outras duas mulheres (que eu soube) além de mim... E teve o disparate de me dizer: minha filha, o que eu posso fazer, eu sou abençoado, sou um cara muito querido!!!

Eu mereço...

Depois do calvário acima descrito eu tenho que admitir: a culpa é minha!! Minha não... Da síndrome do dedo podre...

Essa é uma síndrome que acomete homens e mulheres desavisados... Os cromossomos responsáveis pela formação dos seus dedos indicadores atrofiam, causando o famigerado problema... Daí, quando o cidadão atinge a maturidade, a doença se apresenta. É muito simples, mas infelizmente não tem cura... Médicos americanos pensaram que amputando o dedo contaminado o problema estaria resolvido... Mas a síndrome toma conta da extremidade mais próxima e os sintomas se repetem... Em Cuba, engenheiros genéticos tentam há anos e, em vão, descobrir uma maneira de utilizar células tronco para regenerar os cromossomos responsáveis por essa síndrome maligna... Os Russos acreditam que pequenas doses de vodka no leite das crianças acometidas pelo problema seria a solução definitiva para o caso... Mas as crianças usadas para testar tal tese se tornaram alcóolicos irrecuperáveis já na adolescência... A experiência foi, então, abortada!!! Aqui no Brasil, já que ninguém teve ideia nenhuma pra eliminar a síndrome, criou-se o lema: enquanto eu não acho a pessoa certa, vou me divertindo com as erradas...

Eu, cá do meu canto, já tentei de tudo: passei pimenta na ponta do dedo; engessei; lavei o dedo com xixi de cobra; coloquei na boca do sapo; parei de apontar; passei a apontar pro lado oposto... Não teve jeito, o bendito dedo prevalece e, quando eu vejo, a desgraça tá feita...

Se algum de vocês tem o mesmo problema que eu, por favor, deixem aqui suas considerações... E se conhecem uma cura, compartilhem ela comigo... Sonho com o dia em que, finalmente, meu bom senso vencerá meu dedo podre e eu verei entrar em minha vida um cara legal e sem defeito de fabricação!!!

Você tem dedo podre? - Ivan Martins escreve às quartas-feiras na revista Epoca



domingo, 2 de junho de 2013

O que você quer ser QUANDO CRESCER?

Constantemente buscamos respostas para algumas perguntas que não sabemos como responder... A questão é que quase sempre nos colocamos como “crianças indefesas” e vitimas dos dissabores da vida e agimos como se quiséssemos transferir ao mundo ou a Deus, a responsabilidade por nossos medos, fracassos, insucessos ou pela inércia de nossas vidas. 

Este vídeo mostra o resumo de uma história que ainda não acabou. 
De uma criança "pobre" que começou do zero, que foi conquistando seu espaço aos poucos. experimentando, fazendo, aprendendo, ensinando. Um empreendedor de sucesso que vem conquistando seus próprios sonhos, desenhando seus próprios motivos para uma vida digna de ser contada. A mensagem que ele nos passa e a pergunta que ele nos faz, talvez um dia você, assim como eu, deve ter ouvido de alguém: 
O Que Você Quer Ser Quando Crescer?

Permita-me compartilhar contigo, uma mensagem que irá lhe fazer refletir, pensar, questionar e que talvez promova algumas mudanças e a oportunidade de lhe fazer pensar: “O que eu posso fazer de diferente, para que minha vida tenha mais sentindo e ser uma pessoa ainda melhor”?  “O que eu quero ser quando eu crescer!”


O texto pode ser acompanhado logo abaixo. 
Desejo que essa mensagem faça algum sentido em sua vida e que contribua na promoção de novas ideias, reformulação de velhas perguntas, organização de pensamentos e atitudes e o encerramento de ciclos que se repetem de tempos em tempos e não trazem nenhuma transformação, crescimento, amadurecimento, evolução espiritual e sentido de vida. Aproveite o vídeo e que Haja Luz e boa sorte!

Segue o texto:
” – Quando se é pequeno, tudo o que você deseja se torna bem mais simples do que parece. Construir o próprio patrimônio, chegar à lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo Mundo. O engraçado é que você cresce e a maioria desses desejos, permanecem com você por muito tempo.

Alguns vão continuar apenas como sonhos, outros podem até virar realidade. Mas para isso, é preciso que você responda a uma pequena pergunta : “O que você quer ser quando crescer?” Astronauta? Médico? Bombeiro?

Saber esta resposta não será o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para várias outras. É através dela que o seu futuro começa a ser desenhado. É ela que transforma o plano louco em algo totalmente possível.

Comigo não foi diferente!
Assim como você, eu queria o improvável, o surpreendente, o inovador. Fazer o que ninguém mais seria capaz de realizar, ir tão longe e que nenhuma outra pessoa me pudesse alcançar. Ser o descobridor de uma nova era ou quem sabe de um novo tempo.

Na verdade eu queria mesmo, era realizar meus desejos e assim como numa brincadeira de criança, conquistar tudo aquilo que parecia improvável. O trabalho dos sonhos, a família perfeita e porque não viajar pelo espaço. Não cheguei a ser astronauta, não fui bombeiro e muito menos médico. Mas experimentei o novo, comecei do zero, fiz tudo e tudo de uma forma diferente.

Servi a aeronáutica, vendi jornais, verduras e picolé, trabalhei como ajudante na construção civil, fui operário de produção, pintor e até artesão. O meu primeiro patrimônio não foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal para adquiri-lo. Talvez toda essas funções não me permitiam chegar mais longe naquele momento.

Mas com certeza, me permitiu ter experiência suficiente para crescer com humildade, amadurecer, ter responsabilidades. Experimentar a minha capacidade de empreender, viver e estar à frente do tempo em que vivia.

E Você ? Tem sonhado com o quê ? Quais são os seus planos para chegar lá ? O que quer ser quando crescer?

Ficar parado não vai trazer nenhum plano inovador. Não lamente a sua sorte, não tenha vergonha do que faz. O trabalho é o que transforma você.

Posso dar-te um conselho?
Sonhe , experimente , faça o novo, busque a concretização dos teus desejos todos os dias. Escolha fazer o que você gosta, não apenas o que traz dinheiro, ele virá naturalmente através dos seus esforços, seja fiel aos seus valores, faça com amor e seja o melhor naquilo que faz.

Lembre-se: Você é o único responsável pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o próximo na mesma proporção que se ama. Somos todos capazes de ser e fazer. Não deixe que façam por você, erre…erre de novo e através do erro, ganhe experiência.



Não seja tão duro com você mesmo quando tudo parecer difícil, volte a ser uma criança novamente, sem nenhum medo de responder aquela simples pergunta. "O que você quer ser quando crescer?"


“Não tenha medo de crescer lentamente. Tenha medo apenas de ficar parado”. (Provérbio Chinês)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...