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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Pessoas Mentirosas, Cínicas, Dissimuladas, Manipuladoras, como reconhecê-las!

Mentirosa, Cínica, Dissimulada, Manipuladoras, Dominatrix!!!!!

O perfil psicológico de uma pessoa psicopata (A senhora do destino)

“E o único jeito de ser mais malandro que a tristeza é sendo cínico. E lá vai a garota. Comprar pão quente com seu cinismo. Comprar absorvente com seu cinismo. Amar com seu cinismo. Porque só o cinismo vence a tristeza. Porque só o cinismo é mais triste do que a tristeza. E eu virei um muro alto feito de pedras cheias de pontas. Tudo isso só porque eu quero tanto um pouco de carinho que acabei ficando com medo de não ganhar.” (Tati Bernardi)

O cinismo já impregnou em mim de um jeito que até eu me incomodo... e quando ele vem se aliar ao sarcasmo que às vezes me invade... nossa! Mas tá aí uma explicação plausível de sua existência. Só queria que quem me cerca compreendesse tal FATO, e causa (cheia de cicatrizes por dentro que ninguém vê), que Freud explica! (Tati Bernardi)


A senhora do destino é uma pessoa manipuladora, tem especial prazer em exercer poder e o controle sobre as outras pessoas, na realidade ela tem obsessão pelo poder e pelo controle. Para tal, ela percorre uma sequência de 3 passos, ao final dos quais quase sempre já terá deixado a pessoa manipulada completamente a mercê de suas vontades. Funciona assim: primeiramente, com seu poder de convencimento e carisma, ela suscita o encanto da pessoa, por vezes e na maioria das vezes faz a pessoa acreditar que pela sua condição de superioridade no jogo social, possui o poder especial de determinar o destino dos indivíduos, pois “foi um poder dado por Deus”, o que é inquestionável; mesmo por que ela mesma se acha uma deusa, em seguida, a seduz, utilizando-se de constantes jogos elogios de uma máscara de amor maternal genuíno; por último inicia o jogo da manipulação. Por quê? Porque, partindo do princípio de que não se pode manipular quem não se deixa manipular, isso só será possível se a pessoa tiver sido previamente submetida, de corpo e alma.

E em face de sua grande influência “divina”, quer familiar, quer social, quando então passa a se ver e ser vista como uma deusa, tendo o poder de influenciar e determinar a vida das pessoas no jogo social, a qual as pessoas ao redor devem ser completamente obedientes, com um discurso eternamente apelativo, ela torna as pessoas em peças, na realidade, brinquedos, coisas no seu jogo. A senhora do destino faz a pessoa acreditar que ela é sua (melhor) ou única amiga e que está sinceramente interessada na construção do futuro dela. Depois que passa a ser vista como alguém acima de qualquer suspeita, tem seu caminho completamente livre para manipular e conseguir qualquer coisa que quiser, usando a pessoa como moeda de troca ou ficha no jogo social. Na maior parte das vezes, contudo, ele manipula de forma sutil, alcançando o que quer, por saber sugestionar a vontade e as emoções da pessoa que está sob sua influência.

Fazem parte do seu repertório de recursos a mentira, as distorções da verdade, a mescla de verdade com mentira, dissimulação, a insinuação, a sedução, a teatralização, o eterno jogo de fazer coincidir tudo no jogo social, a televisão o rádio, os jornais a produção de falsas provas e o perfeito manejo de palavras e frases, uma perfeita construção de um mundo virtual onde a pessoa se sente acolhida, de tal forma que as vítimas, sem perceberem, dizem, entregam e fazem tudo o que ela deseja, de mão beijada e com toda a satisfação. Uma vampira!
  
Contudo, se não obtém sucesso em suas tentativas de construção de uma realidade “harmoniosa”, a manipuladora pode lançar mão de artifícios menos sutis, como a chantagem, a intimidação, a ameaça e a violência.


Quando aos poucos, sua máscara começa a cair, tanto porque algumas mentiras começam a ser descobertas, quanto por causa dos seus inúmeros defeitos de caráter, que, cedo ou tarde, começam a ser percebidos, ou quando a pessoa dominada começa a “juntar as peças do quebra-cabeças” e se dar conta de que alguma coisa está errada, ela deixa ver a sua face escura, o lado negro da lua. A pessoa descobre que aquela não é a amiga, irmã, ou mãe perfeita que ela tanto achava. Com o transcorrer do tempo, quando o seu valor de troca vai caindo no mercado, a pessoa é deixada de lado, em “stand by”, até que num próximo momento ela possa ser usada

A Mentira patológica

A senhora do destino é um(a) mentiroso(a) patológico e é normalmente definido como alguém que aprendeu a mentir para sair-se bem, de situações constrangedoras da vida quando os outros lhe pegaram “com a boca na botija” mentindo descaradamente. Com o decorrer do tempo ela passou a mentir incessantemente, mas não mais para safar-se, porém a agora, antecipando, para evitar situações inoportunas, passou a mentir sem a menor preocupação com os outros. A mentira patológica é geralmente vista como um mecanismo desenvolvido bem cedo na infância para lidar com o mundo, estando frequentemente associada com algum outro tipo de desordem mental, que gera um transtorno na personalidade


Um indivíduo adulto mentiroso patológico frequentemente sabe onde quer chegar (ou seja, suas mentiras têm um propósito). Esses indivíduos têm pouca consideração ou respeito pelos direitos e sentimentos alheios, muito menos pelos direitos humanos. Eles são vistos como manipuladores autocentrados e espertalhões. Suas emoções são rasas, mas seu teatro e sua boa conversa são capazes de ludibriar qualquer um. Essas insectas malignas (aranhas) podem simular qualquer coisa para atingir o que querem: elas são mentirosas patológicas! Se sua empatia é dissimulada, será que eles conseguem ter simpatia por alguém!?

O mentiroso patológico tem consciência de que, a curto prazo, a mentira faz mal para a pessoa do qual está se narrando, ou imputando alguma mentira aprisionando-a na sua teia de intrigas e fofocas, ainda mais com a ajuda de outros mentirosos oportunista como ela. No jogo social estas pessoas, só não sabem, que alongo prazo esta energia que ela gastou para fazer o mal a outra, volta para si numa intensidade muito maior, mais ai ela nem lembra mais, pois faz tanto tempo, e foram tantas mentiras que ela nem estabelece mais a relação lógica entre um fato e outro. Mentir para uma pessoa ou sobre uma pessoa é ruim, para um grupo, é ainda pior. Quando o indivíduo mente para uma sociedade inteira, ele deve estar preparado para o pior.

Quando o mentiroso patológico pensa que está enganando todo mundo o inconsciente coletivo dá o troco.


A senhora do destino demonstra uma marcante desconsideração pela verdade e não deveria ser levada em consideração nunca, quando faz relatos sobre o passado, promessas sobre o futuro ou fala de suas intenções presentes. Mesmo por que ela usa a ideia de que não existe verdade objetiva, tudo é uma questão de subjetividade, de ponto de vista e de interpretação, não seria de se assustar ouvir uma delas dizer que Moisés chegou à Terra Prometida, como se fosse a dona da verdade. Isto é muito paradoxal nelas, elas não acreditam na verdade objetiva, mas o que elas dizem e proferem deve ser tomado, por seus “inferiores”, como verdade absoluta.

Ela faz promessas solenes, firma acordos e pactos e se esquiva de acusações de não cumpri-los, com uma naturalidade muito grande, sejam elas graves ou banais. Em seus mais solenes perjúrios, não tem a mínima dificuldade em olhar tranquilamente nos olhos das outras pessoas: transparência e confiabilidade parecem fazer parte delas 
Algumas vezes, para parecer normal, a senhora do destino reconhece os seus próprios erros (especialmente quando eles estão para serem descobertos) e aparenta encarar as consequências deles com singular honestidade e coragem. É realmente difícil expressar quão completamente honesto e normal a senhora do destino pode parecer ser. Manipuladores conseguem ludibriar não somente aqueles que não estão familiarizados com esse perfil do seu comportamento, mas frequentemente também os que já conhecem bem sua capacidade de aparentar honestidade. Depois de serem pegas em graves e embaraçosas falsidades, depois de violarem repetidamente seus mais solenes juramentos, mesmo porque a maioria delas, melhor dizendo sua totalidade, não têm palavra, não cumprem os acordos estabelecidos, principalmente com amigos, se assim o são com os filhos e familiares, quando elas percebem que o acordo ou o pacto as deixará em situação de inferioridade, eles não fazem cerimônia, para simplesmente fingirem não lembram de pacto nenhum.

A senhora do destino facilmente fala da honradez de suas palavras e de seu caráter, demonstrando surpresa e vexame quando se diz o contrário sobre eles. É uma estratégia muito recorrente, quando os filhos e amigos, não caem mais nas suas jogadas, fazer parecer que mentir é comum, que todo mundo menti. Tudo segue o mesmo roteiro: “não minta que mentir é feio, que Deus castiga”, depois passa a outro período quando as mentiras não convencem mais as pessoas: “um mentirinha atoa não faz mal a ninguém, só não pode mentir todo dia, principalmente para o papai e para a mamãe”, quando o descaramento chega a um nível insustentável, ai chega num situação em que o problema afeta a sociedade como um todo, a senhora do destino passa a introjetar na cabeça dos seus manipulados o seu comportamento: “afinal de contas todo mundo menti”, é quando a pessoa manipulada se torna um manipulador dominador em potencial.

O uso da linguagem como instrumento de manipulação

A manipulação corresponde, em geral, à vontade de dominar pessoas e grupos em algum aspecto da vida e dirigir sua conduta. Que arma o manipulador usa para dominar!?
Essa arma é a linguagem. A linguagem é o maior dom que o homem possui, mas também, o mais arriscado. É ambivalente: a linguagem pode ser terna ou cruel, amável ou displicente, difusora da verdade ou propagadora da mentira. A linguagem oferece possibilidades para, em comum, descobrir a verdade, e proporciona recursos para deformar as coisas e semear a discórdia e o conflito. Basta conhecer tais recursos e manejá-los habilmente, e uma pessoa pouco preparada mas astuta pode dominar facilmente as pessoas e povos inteiros se estes não estiverem de sobreaviso.
  
O abuso verbal é uma das armas utilizadas pelos manipuladores para vulnerabilizar suas vítimas. Essas cicatrizes emocionais, com frequência, são mais profundas que cicatrizes de agressões físicas. O abuso verbal torna as pessoas inseguras, com a autoestima lá em baixo e por vezes com sérias dificuldades para enfrentar os desafios da vida, isso se reflete fundamentalmente na escola, nos estudos, e é muito fácil de se perceber, no jogo social. A vítima tende a dizer que ela não tem mais tempo para nada, mesmo sendo um adolescente, o que ele quer dizer na realidade, inconscientemente, é que ela se sente sugada por todos, pois ela não consegue admitir que o “vampiro” é a sua mãe, irmã ou a pessoa que cuida.
Boa parte das pessoas não percebe que está sofrendo abuso verbal. Isso ocorre principalmente quando ele vem de alguém que a vítima pensa que gosta dela ou de alguém em posição de autoridade, como uma genitora, tia, madrasta, avó ou um irmão ou irmã mais velha.

Na maioria das vezes o abuso é seletivo, isto é, tem endereço certo. O abusador(a) se encarregará de esconder a agressão das pessoas ao redor o quanto puder. Dessa forma, ela garante que ninguém vai dar crédito à vítima se esta resolver denunciá-la. Mesmo por que estes outros adultos que agridem e exploram, o fazem com a conivência de outro manipulador, que como já especifiquei antes o/a manipuladora dominadora leva uma vida dupla: mantém uma aparência e atividades cotidianas normais, mas essa imagem não corresponde à sua realidade íntima, anormal, doentia, que só é revelada a suas vítimas, quando elas “explodem”. No trabalho elas são uma coisa, pessoas liberais, em casa são ditadores...

Incapacidade de assumir os próprios erros

As manipuladoras têm enorme dificuldade de assumir a responsabilidade por seus atos. Falta nelas, em maior ou menor grau, o senso de responsabilidade. Pelo contrário, elas rejeitam as irresponsabilidades e criam desculpas muito bem elaboradas, com vistas a manipular as pessoas e levá-las a acreditar que elas não são as responsáveis pelos erros cometidos, e eventualmente a sentir pena delas. Normalmente elas têm dificuldade de assumir suas dívidas e muito menos de pagá-las.
E muito além de meros discursos evasivos, elas são extremamente hábeis em despistar as pessoas, fazendo de tudo para impedi-las de identificar e por conseguinte denunciar suas falhas de comportamento. Agem sempre de maneira sofisticada, sutil e esperta, dando sempre o salto da aranha armadeira, sempre pegando a todos de surpresa, injetando seu veneno deixando as vítimas, paralisadas e prontas para serem sugadas, vampiras. Quando um grupo de indivíduos não caem mais em suas jogadas elas passam a outros grupos de influencias, pois elas sabem que com o tempo e o distanciamento social, elas irão reconstruir a farsa desmontada
Isto é o sentido patológico, elas nunca voltam para desfazer o mal que fizeram, elas, sempre, estão criando uma nova mentira uma nova jogada, se pegas, criam, de novo uma nova mentira uma nova jogada, até que as pessoas esqueçam e baixem a guarda, quando elas tentam retomar de novo a narrativa “mitológica” desconstruída. Entre no jogo com elas, mergulhe com elas, assuma um mito, que você verá o mundo delas é por dentro.


Não é muito fácil pegá-las, como nas novelas é necessário juntar um
grupo de pessoas, use o jogo do mito, pois assim elas se sentiram forte, importantes, é lá no mundo dos mitos e das lendas que elas se refugiam, dentro de si mesmas, para enganarem a si mesmo, e esperarem uma nova oportunidade para agirem, para pegarem novas vítimas. Muitas delas conseguem, inacreditavelmente, dissimular doenças, que chegam até a aceitar cirurgias, como forma de despistar, confundindo até os psicólogos e psiquiatras, que confunde psicopatia leve com histeria.

Psicopatas leves

"Quem não conhece um "leve" psicopata? Depois de ter lido o livro "Mentes Perigosas", da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, você vai ver que conhece, e muitos! Eles são narcisistas, egocêntricos. Pensam muito e sentem pouco. Tomam decisões a partir de como podem ser beneficiados com prazer, auto-satisfação, poder, status e diversão. Além de terem o prazer no "errado", isto é, de nadar contra a corrente, facilmente se ofendem e tornam-se violentos, pois não suportam contrariedades. São sempre vítimas. Trecho de Bel César (terapeuta)
Intolerantes ao tédio ou a situações rotineiras, as psicopatas buscam situações que possam mantê-las em um estado permanente de alta excitação. Por isso, evitam atividades que demandam grande concentração por longos períodos. Compromissos e obrigações nada significam para elas. Naturalmente, pessoas assim não são confiáveis. Elas mentem, manipulam e chantageiam sem a menor dificuldade.

sábado, 25 de outubro de 2014

Mentes Perigosas - Psicopata, Personalidade Antissocial, Sociopata

Mentes Perigosas: o Psicopata mora ao lado - os Predadores Sociais
Embora a psicopatia (também chamada de sociopatia ou transtorno de personalidade antissocial) seja popularmente associada a pessoas violentas, com aparência insana - ou seja, facilmente identificáveis -, tal associação é comumente errônea, porque diferente do que as pessoas acreditam; psicopatas, em sua maioria, não são assassinos.

Mesmo que não demonstrem socialmente, a característica principal da psicopatia é um forte traço narcisista enraizado na personalidade. São indivíduos megalomaníacos , imprevisíveis, sem escrúpulos, excessivamente egoístas e egocêntricos.



Já teve um amigo(a) que pagou-lhe uma ajuda que você lhe deu com uma traição? Pessoas em quem confiava já lhe 'passaram a perna'? Já se surpreendeu com a maldade de pessoas que você acreditava serem tão 'boazinhas'? Não se surpreenda então. Você pode ter presenciado a ação de um psicopata. A maioria deles não chega a ser um assassino, mas podem causar grandes danos à sua vida!
Em primeiro lugar, saiba que de 100 pessoas que você tenha tido contato hoje, de 3 a 6 delas provavelmente apresentam traços de psicopatia, em maior ou menor grau. Talvez não a ponto de colocar sua vida em risco, mas certamente com potencial suficiente para lhe prejudicar e lhe causar grandes dores de cabeça.

São os denominados "Predadores Sociais": não sentem pena, dó, ou qualquer outro sentimento por suas 'vítimas'. Mas o pior de tudo não é isto: é o fato de que em geral possuem alto grau de inteligência social, conseguem disfarçar suas verdadeiras intenções e falta de valores morais e éticos, aproveitando-se da ajuda, do bom senso, da boa vontade da grande maioria das pessoas 'saudáveis' para atingir seus próprios interesses, e muitas vezes, para deleite próprio, para machucar, prejudicar, injustiçar qualquer pessoa que achem que mereça.

Vamos descrever as principais características de um psicopata:

Não possuem sentimento de culpa, remorso ou desapontamento. Não possuem qualquer sentimento de empatia! São excelentes atores, conseguem mentir descaradamente e quando descobertos, simplesmente mudam de assunto, sem sequer ficarem vermelhos de vergonha (pois não tem sentimentos)


São inquietos: não conseguem seguir com a rotina natural da vida, do trabalho, da faculdade, etc. Por isto uma análise detida de suas vidas em geral apresenta constantes mudanças e instabilidade. Não ficam muito tempo em um emprego ou cargo. Se ficam na mesma empresa, fazem de tudo para passar por cima de quem quer que seja para conquistar outros cargos mais altos. E quando conseguem, passam por cima de quem lhes ajudou. Afinal, são psicopatas!

Impulsividade: psicopata é aquela pessoa que para chegar em seu destino quer tirar todas as pedras do caminho sem pensar nas consequências. É claro que alguns tem maior e outros, menor grau de psicopatia. Mas em todos, se você analisar determinadas ações que eles tomam para atingir seus objetivos pessoais (ou melhor, desejos pessoais), verá que por diversas vezes há extrema desproporção entre os meios utilizados e os fins desejados.

Os fins sempre justificam seus meios! Para conseguirem o que querem, são capazes de qualquer coisa. Não se surpreenda. Até mesmo pedir desculpas, chorar, fingir que se importam. Farão de tudo para reconquistar uma confiança perdida, para novamente voltar a lhe machucar e, da próxima vez, com mais maldade ainda.

Não possuem tratamento. Sim, infelizmente a psicopatia não possui um tratamento: os psicopatas são capazes de mentir e fingir até mesmo para terapeutas, aconselhadores e 'melhores amigos', que na realidade não existem, é apenas por interesse. Não acredite que um bom conselho irá mudar sua atitude, POIS NÃO VAI! Provavelmente você se tornará outra vítima dele(a).

Ele(a) sabe onde dói! O psicopata busca as fragilidades das pessoas, e as conhecem como ninguém. Isto se dá por falta da empatia, ou seja, eles não sentem emocionalmente o que a maioria das pessoas normais sentem. Então passaram a vida toda analisando friamente o comportamento (e o farão sempre), para perceber onde pode se aproveitar de você. E quando ele(a) descobrir, você estará FRITO! Cairá como um(a) patinho(a), e será tarde demais.

São inteligentes, mas do lado do mal. falo mal porque considero 'bem' o 'bem comum', de todas as pessoas. E eles querem apenas o prazer próprio, e nada mais. Sua inteligência serve apenas para se beneficiarem. Se tiverem que prejudicar alguém, o farão!

Tentam se fazer de vítimas, e tornar suas vítimas culpadas por suas atitudes! sempre procuram inverter os papéis, e para tanto, tem um poder de articulação, de fala, de gesticulação, de expressão que em geral convence as pessoas. São capazes de bater e maltratar alguém apenas por prazer, e ainda tentar convencer que ela foi a culpada por apanhar.

Parece mentira? Pois não é. Preste maior atenção à sua volta, e encontrará, mesmo que sutilmente, este tipo de comportamento.

São sutis. Não imagine os psicopatas como loucos, raivosos, brutais... talvez alguns, mas a maioria não. São pessoas aparentemente educadas, bem vestidas, com ótima articulação das palavras... e exatamente por isto são predadores sociais: eles convencem! eles precisam convencer você para disfarçar as verdadeiras intenções. Precisam
aparecer bem na foto! e é o que a maioria deles faz. Posso até afirmar que algumas profissões (como o livro também afirma) atraem muito estes indivíduos, pelo poder de convencimento e status social que proporcionam. Mas não apenas isto: cargos elevados em empresas e cargos políticos também atraem estes indivíduos, tanto quanto determinados lugares, como casas noturnas, aeroportos, pontos turísticos, lugares onde podem aproveitar da fragilidade, vulnerabilidade (emocional, física, financeira, hierárquica) de suas vítimas, e imporem sua vontade.


Autocontrole deficiente. São os 'cabeça-quente', pavio-curto, gostam de se vingar, e principalmente de comer este prato frio, bem frio!

Não aceitam frustrações, não aceitam um ‘não’, não aceitam críticas, mesmo que construtivas. Respondem a elas com violência súbita, ameaças, desaforos. E após as explosões de agressividade (seja física ou, em geral, verbal), voltam ao normal como se nada tivesse ocorrido. 

Um psicopata de verdade nunca perde o real controle, apenas parecem perder. No fundo de seus olhos você verá que a raiva expressada, assim como o choro, não passa de mera simulação para atacar e conseguir o que quer. Se ele percebe que a melhor forma de atacar é fingir fragilidade, ele(a) irá chorar, se fazer de vítima. Se perceber que deve se impor, irá intimidar. Mas sempre saberá o que está fazendo, não esqueça, ele(a) tem total consciência do que está fazendo.
Falta de responsabilidade: não se preocupam com regras, obrigações, nem nada que não seja a si próprio(a). As pessoas são coisas para ele(a). Se para conquistar um cargo precise demonstrar responsabilidade, o fará até quando precisar, para impressionar e ganhar confiança. Mas na primeira oportunidade irá aprontar, e FEIO!

Problemas comportamentais precoces: possuem uma infância e adolescência problemática, em geral sem causas aparentes. É a criança problema, com pais que nunca souberam onde erraram.

Você irá me perguntar: o que causa a psicopatia?

Até hoje a ciência não descobriu exatamente, se são os fatores ambientais ou o aprendizado comportamental. Trabalha-se hoje com a hipótese que é a junção dos dois: que os indivíduos nascem com a predisposição de terem a psicopatia, e invariavelmente apresentarão traços deste tipo de comportamento. Mas só exercerão em maior ou menor grau tal falha dependendo da passividade de seus pais ou quem os criou frente aos erros de caráter que apresentar durante a formação de sua personalidade.

Cientistas já perceberam que lesões em determinadas regiões do cérebro são capazes de alterar o comportamento tal qual a psicopatia, mas estas pesquisas não permitem conclusões definitivas. Análises comportamentais comprovam que potenciais psicopatas tem reduzido sua 'agressividade social' quando o nível de tolerância ao seu comportamento aumenta. É como se o psicopata, ao longo da vida, fosse 'testando' a sociedade, a começar por seus pais ou quem o criou. E a cada passo mais além das regras que ele dá, mais se sente confiante para avançar ainda mais sobre o direito e espaço dos outros. Mas punições não fazem-no sentir culpa e mudar o comportamento, como já dissemos: simplesmente ele estaciona onde parou. 

Portanto, o melhor remédio para evitarmos 'criarmos' estes "monstros sociais" é uma intensa vigilância, tolerância zero à menor das infrações, desde a menor infância, quando percebermos algumas destas atitudes:




  • Mentiras frequentes (ás vezes o tempo todo)
  • Crueldade com animais, coleguinhas, irmãos, etc.
  • Condutas desafiadoras às figuras de autoridade (pais, professores, etc.)
  • Impulsividade e irresponsabilidade
  • Baixíssima tolerância à frustração (crianças extremamente birrentas e furiosas quando contrariadas)
  • Tendência a culpar os outros por erros cometidos por si mesma
  • Preocupação excessiva com seus próprios interesses (falta de empatia com os coleguinhas, ou com os familiares, irmãos, etc.)
  • Insensibilidade ou frieza emocional
  • Falta de sentimento de culpa, constrangimento ou vergonha quando pego mentindo ou em flagrante;
  • Dificuldades em manter amizades
  • Desobediência em ficar em casa ou voltar na hora determinada, quando ordenado pelos pais ou pessoas mais velhas
  • Faltas sem justificativas na escola (ou no trabalho, quando mais velhos)
  • Vandalismo, destruição de bens públicos ou alheios
  • Fraude de documentos, roubos
  • Sexualidade exacerbada, até mesmo induzindo, forçando ou coagindo outras crianças
  • Precocidade no mundo das drogas e álcool

O que os pais podem fazer:


  • Procure conhecer bem seu filho(a). Mantenha contato com pessoas que estão nos ambientes onde ele está (pois em geral os pais não sabem como os filhos se comportam longe de seus olhos), para identificar os comportamentos acima descritos.
  • Busque ajuda profissional (psicólogo, psiquiatra).
  • Nunca permita que seu filho(a) controle a situação
  • Estabeleça objetivos mínimos para obter resultados positivos. 
  • Regras e limites, esta é a chave primordial para um mínimo (MÍNIMO MESMO!) De controle desde cedo, deste tipo de desvio comportamental. 
  • Uma criança com perfil psicopático apresenta talento extraordinário para distorcer as regras estabelecidas e virar o jogo a seu favor. Não ceda!

Como se proteger de um psicopata adulto?
 


  • Sempre desconfie de todas as pessoas, em especial quando sua intuição lhe prevenir. 
  • Não menospreze o poder destrutivo de um psicopata.
  • As aparências enganam: não se guie pela aparência, pela educação inicial, pelo traquejo verbal... 
  • Psicopatas são excelentes atores. 
Em especial, fuja do 'Olhar do Psicopata': eles têm um poder tremendo de se impor pelo olhar

Quando desconfiar que está na presença de um, não o desafie, não participe de seu 'circo'... Ignore quando puder, e fuja de seu olhar. Não seja platéia para seu teatro, pois ele te puxará para o palco para ser sua próxima vítima.

Desconfie dos 'puxa-sacos': todo bajulador é um psicopata em potencial. Tentam impressionar suas vítimas com elogios, cuidados especiais, gentilezas excessivas e histórias falsas somente para parecerem ser a pessoa perfeita, ganhar confiança e conseguirem o que quer. Em geral querem colher informações suas, para usá-las contra você. Portanto, não aceite bajulações, e nunca, nunca mesmo, se exponha para este tipo de pessoa. Sua vida particular deve ser guardada a sete chaves, é sua intimidade e não é do interesse deste tipo de 'doente'. Você estará se preservando de grandes problemas se agir assim.

Conheça seus pontos fracos, pois se não estiver consciente deles, o psicopata saberá aproveitá-los. Se você sabe onde ficam suas feridas, poderá proteger-se melhor destes doentes mentais. Autoconhecimento nem sempre é fácil de atingir sozinho, por isto, se puder, procure um psicólogo ou terapeuta para auxiliá-lo nesta tarefa. Todos nós precisamos nos conhecer melhor, independente de termos um maior ou menor desvio comportamental ou psicológico.

Não entre nunca no jogo de intrigas: psicopatas adoram criar intrigas, em especial em ambientes de trabalho. Não caia no "fulano disse isto de você"... E outras coisas do gênero. Todos conhecemos histórias de pessoas capazes do velho “tapinha no ombro e facada nas costas...". Você só não tinha parado para pensar que elas poderiam ser psicopatas, não é? Pois vendo por este ângulo, talvez você tenha mais cuidado ainda ao ter qualquer contato (pessoal ou profissional) com este tipo de doente mental.

Não entre no jogo da pena e da culpa: psicopatas sempre tentarão inverter a própria culpa e jogá-la em você ou outra pessoa, dizendo que agiram como agiram pois não tinham escolha. Eu mesmo estou cansado de ouvir esta frase: eu não tive escolha... Pois sempre temos escolha. SEMPRE!!! Não esqueça disto. 

Mas não adianta discutir com um psicopata. NÃO DISCUTA com ele. Não adianta. O que você não deve fazer é entrar no seu jogo: não tire da cabeça que ele(a) sabia e sempre soube o que estava fazendo. Não se convença com lágrimas de crocodilo, ou raivas súbitas. Eles estão bem conscientes e frios do que estão fazendo.

Não tente mudar o que não pode ser mudado: psicopatia é uma doença que não tem cura. Não descobrimos ainda como alterar este desvio comportamental. e o pior: nossa sociedade não criminaliza os psicopatas (à menos que eles matem alguém ou cometam um crime ou contravenção). Então, não se assuste, mas você invariavelmente verá psicopatas nas ruas, no trabalho, no ônibus, no metrô... 

Não temos regras ainda para tratar ou separar estas pessoas do convívio social. E elas se aproveitam e continuarão se aproveitando disto, fazendo as pessoas comuns e boas de idiotas e vítimas. Não acredite que você poderá mudá-las. Não há esta chance. Você só estará se expondo como nova vítima destes doentes. A melhor forma de se proteger é seguir o próximo conselho:



Evite-as a qualquer preço! Se você identifica alguma pessoa com os traços acima, mantenha-as longe de você e de sua família. Eles vivem fora das regras sociais e são ótimos atores, sabem encenar e jogar culpa nos outros. Se não se mantiver longe, o risco de sobrar nas suas costas será imenso! Poderá prejudicar toda uma vida de trabalho duro e suor por conta da ganância, falta de moral e ética de um doente mental psicopata. E infelizmente temos muitos hoje, soltos por aí.


Nunca, nunca mesmo, seja cúmplice de um psicopata: o melhor remédio para isto é agir dentro da lei e das regras. Não aceite os bordões: "não conte isto a ninguém", "você me deve uma", "em nome dos velhos tempos", "limpe minha barra que amanhã eu limpo a sua", "uma mão lava a outra"... Quando não são palavras ditas por criminosos convictos, são ditas por psicopatas. Não é apenas uma questão de falta de moral e criminalidade, é uma doença!!! 

Siga as regras, siga as leis, e não aceite qualquer desvio delas! Não é apenas moralismo barato. É preservar a si próprio, da má intenção de pessoas que não se importarão em ver sua vida ser destruída, enquanto se deliciam assistindo o seu declínio... 
Por Adilson Cabral
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