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sexta-feira, 29 de julho de 2016

Desfazendo mitos sobre o pênis


Você acha que tem pênis pequeno ou isso é imaginação? O comprimento do pênis importa mais para o homem do que para a mulher, de acordo com um novo estudo que faz uma revisão de mais de 60 anos de pesquisas e derruba inúmeros mitos sexuais. Está na adolescência e se preocupa com o tamanho do seu pênis? Veja o que os pesquisadores tem a dizer sobre isso e fique mais tranquilo.

Aproximadamente 90% das mulheres em realidade preferem pênis grosso(mais largos) do que pênis comprido, de acordo com dois novos estudos incluídos na revisão. 85% das mulheres manifestaram estar satisfeitas com o tamanho do pênis de seus companheiros, comparado com apenas 55% dos homens e seus próprios órgãos.

A revisão, conduzida pelos Drs Kevan Wylie e Ian Eardley da Porterback Clinic e no Royal Hallamshire Hospital na cidade de Leeds, Reino Unido, combinam resultados de mais de 50 projetos internacionais pesquisaram o tamanho peniano e síndrome do pênis pequeno (SPP) conduzidas desde 1942.
“A questão de atratividade para as mulheres é complexa, mas a maior parte dos dados sugere que o tamanho do pênis está mais ao final da lista de prioridades para as elas do que questões da personalidade masculina e aparência externa” escreveram os pesquisadores.

Entre os resultados de 12 estudos relevantes, a revisão, que foi detalhada no British Journal of Urology International, descobriu que o pênis ereto médio mede entre 14 e 15,7 cm e uma circunferência média de 12 a 13 cm.

Mitos penianos

As descobertas também acabam com outros mitos sobre a genitália masculina. A ideia de que o tamanho peniano varia de acordo com a raça (que negros teriam pênis grande e japoneses pênis pequeno), por exemplo, é falsa.

Outro mito que se repete normalmente é de que homens mais velhos possuem um pênis menor, mas Wylie e Eardley não encontraram diferenças quando combinaram os resultados de todos os estudos juntos.
Outra descoberta surpreendente foi de que a síndrome do pênis pequeno (SPP), também conhecida como “a síndrome do vestiário”, é muito mais comum em homens com pênis de tamanho normal do que com aqueles que possuem os chamados micro pênis (órgãos com o comprimento flácido menores do que 6,85 cm). Uma pesquisa realizada via internet com mais de 52 mil homens heterossexuais descobriu que 12% pensavam que seus pênis eram muito pequenos, mesmo que micro pênis atinja apenas 0,6% dos homens.

Um estudo sugere que a Síndrome do Pênis Pequeno comumente começa na infância. 63% dos homens com o problema disseram que suas ansiedades começaram em comparações de pênis nas primeiras idades, comumente com um irmão mais velho ou seus pais, enquanto 37% culpou imagens eróticas vistas durante o começo da adolescência.

Aumento de pênis

Pênis grande é uma obsessão para muitos homens. A indústria dos acessórios para aumentar o tamanho do pênis se aproveita dessa fragilidade masculina.
A revisão também apoia estudos recentes que descobriram que os dispositivos para aumentar o pênis raramente cumprem suas promessas, mas podem, em alguns casos, dar um “efeito de apoio psicológico”.

Os autores tomam uma posição tipo: “espere para descobrir” no caso de cirurgia de aumento peniano, que pode incluir todos os processos desde separação parcial dos ligamentos no pênis para que fique mais longo até injeção de gordura para aumentar sua circunferência. Um dos procedimentos de cirurgia de aumento do pênis mais radicais envolve cortar o pênis completamente e inserir um pedaço de cartilagem no mesmo antes de suturá-lo novamente. “Enquanto a informação está começando a emergir sobre o sucesso de algumas técnicas cirúrgicas, isso não é reforçado pelos dados dos pacientes sobre a satisfação com tais procedimentos”, disse Wylie.

Os pesquisadores apontam alguns métodos antigos e verdadeiros de aumento peniano, mas eles não são mais confortáveis. Ascetas hindus, por exemplo, usam pesos para aumentar o comprimento de seus pênis enquanto uma tribo brasileira encoraja cobras venenosas a picar o órgão para ganhar um aumento no pênis que dura seis meses.

Os pesquisadores disseram que sua revisão tem o propósito de “prover clínicos com um sumário dos muitos projetos de pesquisa que tem sido feitos na área de tamanho peniano e síndrome do pênis pequeno”, para que eles possam tratar melhor o problema. Quando encontram um paciente com síndrome pênis pequeno “a abordagem inicial deveria ocorrer através de avaliações urológicas, psicossexuais, psicológicas e psiquiátricas, possivelmente com mais de um clínico envolvido”, eles escreveram.



sábado, 4 de janeiro de 2014

Decepções Amorosas podem trazer grandes aprendizados!


“Uma mulher não precisa necessariamente de um homem para ser feliz. Mas ela precisa de amor para ser completa. Tem gente que vive bem cercado de bichos. Tem gente que vive bem cercado de livros. Tem gente que vive bem cercado de sapatos. Eu vivo bem cercada de amor.” (Clarissa Corrêa)


Entre uma decepção e outra, que tal uma pausa para aprender? 


Tem época na vida da gente que parece que os encontros 'amorosos' são mais uma provocação do que uma oportunidade de se sentir satisfeito e feliz... Assim, vamos contabilizando decepções e desacreditando na possibilidade de viver uma experiência positiva e motivadora.

Quando isso acontece, creio que o melhor seja parar. Uma pausa para aprender. Ou melhor, antes apreender. Perceber o que está acontecendo, quais são nossos verdadeiros desejos e quais tem sido nossas atitudes para torná-los concretos.

Muitas vezes, fazendo uma análise mais justa e desapegada, sem assumir nenhum papel, nem o de vítima das armadilhas da vida, nem da sacanagem dos outros e nem o de culpado, como se tudo o que fizéssemos estivesse definitivamente errado, terminamos descobrindo que há alguma incoerência nisso tudo.

Só que para isso precisamos de tempo... E principalmente de coragem para admitir limitações, assumir pensamentos negativos e confiar mais na sabedoria da vida e seu ritmo. O que acontece, no entanto, é que a maioria de nós não quer esperar, não quer refletir. Tem apenas um único pensamento que alimentamos o tempo todo: quero namorar, quero ter alguém!! (EU PRECISO DE UM COMPANHEIRO!) parafraseando "Paulinho do Pânico", com todo o respeito.

Será que estar com alguém é o mesmo que estar feliz?
Pode ser que sim, mas pode ser que não... e se por qualquer motivo você não tem ficado com quem deseja, talvez seja o momento ideal para um intervalo, tão útil entre uma decepção e outra... Tempo de se observar, de observar as pessoas e ouvir o que elas dizem. Tempo de aprender, crescer, ter uma nova conduta, desenvolver uma nova postura. Aguardar até que a vida lhe mostre qual é o melhor Caminho a seguir... Mas para ver, você precisa estar atento... Sem tanta ansiedade, sem tanto desespero para tentar fazer com que as coisas aconteçam do jeito e na hora que você quer...



E se nenhuma resposta vier, talvez signifique que você precisa ver e ouvir com o coração. Respeitar o silêncio. Aceitar a ausência de quem você tanto deseja encontrar ou mesmo que já encontrou, mas não está disponível para ser a sua metade da laranja... Talvez não haja uma resposta e nem haja uma explicação.

Às vezes, simplesmente não existem respostas nem explicação. Apenas a vida. Apenas as pessoas. Apenas o mundo. Apenas a dor e o amor. Apenas...



E se insistirmos em não aceitar, se insistimos em brigar, em nos rebelar, em nos revoltar... Conseguiremos tão somente mais dor... E menos amor. Aceite que você não tem o controle de algumas situações, que você não pode decidir sozinho, que o universo tem seu próprio ritmo. Faça o que está ao seu alcance; faça a sua parte... E bem feito; da melhor maneira que puder...Sem cobranças ou arrependimentos.



E o que não puder, entregue e espere... Porque embora diga sabiamente a música "quem sabe faz a hora, não espera acontecer", tem ocasiões nesta vida em que quem sabe espera acontecer e respeita a hora de não fazer... Até que um dia, o amor de repente acontece... Porque seu coração estava exatamente onde deveria estar para ser encontrado e o mais importante, receptivo, vazio e disponível!

adaptado a partir do texto escrito por Rosana Braga





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