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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Sobre a morte e o morrer - Santa Maria está de Luto


Os meus mais sinceros sentimentos de tristeza e solidariedade por todos aqueles que ficaram, para chorar a morte de seus entes queridos, cujos quais, tiveram suas vidas e seus sonhos roubadas, pela irresponsabilidade, negligência e falta de preparo e respeito pelo ser humano... Que a Força Maior, os recebam com todo o auxilio, amparo e Amor e que estejam em Paz e imersos na Luz de Deus que nunca falha. Força, Coragem e Fé a todos de Santa Maria - RS


"A vida num corpo físico é uma parcela muito pequena da existência total de uma pessoa”.

Elisabeth Kübler-Ross, médica psiquiatra, foi a mulher que mudou a maneira como o mundo pensava sobre a morte e o morrer. Através de seus vários livros e muitos anos de trabalho com crianças, pacientes de AIDS e idosos portadores de doenças fatais, Kübler-Ross trouxe consolo e compreensão para milhões de pessoas que tentavam lidar com a própria morte ou com a de entes queridos. Hoje, enfrentando a perspectiva da morte aos setenta e um anos, essa médica internacionalmente famosa conta a história de sua vida e aprofunda sua verdade final: a morte não existe. (Elizabeth já é falecida)

Escrita com franqueza e entusiasmo, a autobiografia de Kübler-Ross reconstitui o desenvolvimento intelectual e espiritual de um destino. As convicções que enfrentaram dogmas, preconceitos e críticas, já estavam presentes na menina suíça, quando a jovem Elisabeth se viu pela primeira vez diante das injustiças do mundo e jurou acabar com elas. Do seu trabalho na Polônia devastada pela guerra à sua forma pioneira de aconselhamento terapêutico aos doentes terminais, a seus já lendários seminários sobre a morte e o processo de morrer na Universidade de Chicago, às suas surpreendentes conversas com os que reviveram depois da morte, cada experiência proporcionou a Kübler-Ross uma peça do quebra-cabeça. Em uma cultura determinada a varrer a morte para debaixo do tapete e escondê-la ali, Kübler-Ross desafiou o senso comum ao trazer e expor essa etapa final da existência para que não tivéssemos mais medo dela.

Sua história é uma aventura do coração, vigorosa, controvertida, inspiradora, um legado à altura de uma vida extraordinária.

“As pessoas sempre me perguntam como é a morte. Digo-lhes que é sublime. É a coisa mais fácil que terão que fazer. A vida é dura. A vida é luta. Viver é como ir à escola. Dão a você muitas lições a estudar. Quanto mais você aprende, mais difíceis ficam as lições. Quando aprendemos as lições, a dor se vai.”

“Sei muito pouco sobre a filosofia da reencarnação. Não foi o tipo de educação que recebi. Mas sei agora que existem mistérios da mente, da psiquê, do espírito, que não podem ser examinados em microscópios ou testados com reações químicas. Com o tempo, saberei mais. Com o tempo, vou compreender.”

A única finalidade da vida é crescer. A suprema lição é aprender como amar e ser amado incondicionalmente. Há milhões de pessoas no mundo que estão passando fome. Há milhões sem um teto. Há milhões que sofrem de AIDS. Há milhões de pessoas que sofreram violências. Há milhões de pessoas que padecem de invalidez. Todos os dias, mais alguém, clama por compreensão e compaixão. Escutem o som de suas vozes. Escutem como se o chamado fosse música, uma linda música. Posso garantir que as maiores recompensas da vida inteira virão do fato de vocês abrirem seus corações para os que estão precisando. As maiores bênçãos vêm sempre do ajudar aos outros.

Depois de passar por todas as provas para as quais fomos mandados à Terra como parte de nosso aprendizado, podemos então nos formar. Podemos sair de nosso corpo, que aprisiona a alma como um casulo aprisiona a futura borboleta e, no momento certo, deixá-lo para trás. E estaremos livres da dor, livres dos medos e livres das preocupações... Livres como uma linda borboleta voltando para casa, para Deus... Em um lugar onde nunca estamos sós, onde continuamos a crescer, a cantar, a dançar, onde estamos com aqueles a quem amamos e cercados de mais amor do que jamais poderemos imaginar.

Algumas de suas frases

“A maior dádiva de Deus para nós é a livre escolha. Nada é por acaso. Tudo na vida acontece por uma razão positiva. Se protegermos os canyons dos vendavais, nunca veremos a beleza de seus relevos”.

 ´´Aprenda a entrar em contato com o silêncio dentro de si e saiba que tudo nesta vida tem um propósito".

“As pessoas são como vitrais coloridos: cintilam e brilham quando o sol está do lado de fora, mas quando a escuridão chega, sua verdadeira beleza é revelada apenas se existir luz no interior”.

“Precisamos ensinar à próxima geração de crianças, a partir do primeiro dia, que elas são responsáveis por suas vidas... A maior dádiva da espécie humana, e também sua maior desgraça, é que nós temos livre arbítrio. Podemos fazer nossas escolhas baseadas no amor ou no medo. Devemos sempre tentar alcançar a estrela mais alta”.

“Para aqueles que buscam compreendê-la, a morte é uma imensa força criativa. As mais profundas reflexões espirituais sobre a vida têm sua origem nas reflexões e estudos sobre a morte”.

“Não existem erros, coincidências. Todos os eventos são bênçãos dadas a nós para aprendermos através deles... A chave para o problema da morte abre a porta da vida”.

Obras

KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Sobre a Morte e o Morrer. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1969.
KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Morte – estágio final da evolução. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 1975.
KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Perguntas e respostas sobre a Morte e o Morrer. São Paulo: Martins Fontes, 1979.
KÜBLER-ROSS, Elizabeth. A morte: um amanhecer. São Paulo: Pensamento, 1991.
KÜBLER-ROSS, Elisabeth. A roda da vida: memórias do viver e do morrer. Rio de Janeiro: GMT, 1998.
KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Sobre a Morte e o Morrer. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1969

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Grata a Vida por me deixa-la viver!



Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida.     (Sêneca)


Que neste ano e enquanto vivermos, sejamos capazes de compreender que a maior riqueza da vida é a nossa própria vida, pois sem ela, não seriamos capazes de amarmos as vidas que nos geraram e as que geramos ou ainda iremos gerar... Que possamos amá-la e tratá-la com ternura e dignidade, oferecendo a ela o melhor.

 

Que sejamos seu/sua melhor amigo/amiga e que a respeitemos e tenhamos por ela muita consideração, tolerância, paciência, bom humor, afetividade, carinho, alegria, positivismo, confiança, humildade, coragem, fé, amizade, responsabilidade e a concedamos todos os créditos, de acordo com o merecimento...



... bem como o valor que a cabe, respeitando os limites, valorizando conquistas e autorizando-a e ser aquilo que ela é, em todo o seu significado e essência e para finalizar, oferecê-la sempre uma dose generosa de AMOR e Simpatia... 




Acredito que com todos esses “ingredientes”, utilizados na medida certa, sem dúvida saíra um produto de qualidade e muito saboroso, que chamarei de FELICIDADE.


 


Que a sua, a minha, a nossa VIDA, seja muito melhor e que possamos aprender cada dia mais a compartilhar nosso aprendizado e nossas experiências e fazer a diferença. 
Viva e deixe viver!

 



Um brinde a Vida!

Muita Saúde, Paz, Luz e Abertura de Caminhos e um Maravilhoso VIVER!

terça-feira, 13 de março de 2012

AUTO-ESTIMA - Como aprender a gostar de si mesmo!


A importância da auto-estima

A forma como nos sentimos acerca de nós mesmos é algo que afeta crucialmente todos os aspectos da nossa experiência, desde a maneira como agimos no trabalho, no amor e no sexo, até o modo como atuamos como pais, e até aonde provavelmente subiremos na vida. Nossas reações aos acontecimentos do cotidiano são determinadas por quem e pelo que pensamos que somos. Os dramas da nossa vida são reflexo das visões mais íntimas que temos de nós mesmos. Assim, a auto-estima é a chave para o sucesso ou para o fracasso. É também a chave para entendermos a nós mesmos e aos outros.

Além de problemas biológicos, não consigo pensar em uma única dificuldade psicológica – da ansiedade e depressão ao medo da intimidade ou do sucesso, ao abuso de álcool ou drogas, às deficiências na escola ou no trabalho, ao espancamento de companheiros e filhos, às disfunções sexuais ou à imaturidade emocional, ao suicídio ou aos crimes violentos – que não esteja relacionada com uma auto-estima negativa.

De todos os julgamentos que fazemos, nenhum é tão importante quanto o que fazemos sobre nós mesmos. A auto-estima positiva é requisito importante para uma vida satisfatória.

Vamos entender o que é auto-estima.

Ela tem dois componentes: o sentimento de competência pessoal e o sentimento de valor pessoal. Em outras palavras, a auto-estima é a soma da autoconfiança com o auto-respeito. Ela reflete o julgamento implícito da nossa capacidade de lidar com os desafios da vida (entender e dominar os problemas) e o direito de ser feliz (respeitar e defender os próprios interesses e necessidades).

Ter uma auto-estima elevada é sentir-se confiantemente adequado à vida, isto é, competente e merecedor, no sentido que acabamos de citar. Ter uma auto-estima baixa é sentir-se inadequado à vida, errado, não sobre este ou aquele assunto, mas  ERRADO COMO PESSOA.

Ter uma auto-estima média é flutuar entre sentir-se adequado ou inadequado, certo ou errado como pessoa e manifestar essa inconsistência no comportamento – às vezes agindo com sabedoria, às vezes como tolo – reforçando, portanto, a incerteza.

A capacidade de desenvolver uma autoconfiança e um auto-respeito saudáveis é inerente à nossa natureza, pois a capacidade de pensar é a fonte básica da nossa competência, e o fato de que estamos vivos é a fonte básica do nosso direito de lutar pela felicidade. Idealmente falando, todos deveriam desfrutar um alto nível de auto-estima, vivenciando tanto a autoconfiança intelectual como a forte sensação de que a felicidade é adequada. Entretanto, infelizmente, uma grande quantidade de pessoas não se sente assim.

Muitas sofrem de sentimentos de inadequação, insegurança, dúvida, culpa e medo de uma participação plena na vida – um sentimento vago de “eu não sou suficiente”. Esses sentimentos nem sempre são reconhecidos e confirmados de imediato, mas eles existem. No processo de crescimento e no processo de vivenciar esse crescimento, é muito fácil que nos alienemos do auto-conceito positivo (ou que nunca formemos um). Poderemos nunca chegar a uma visão feliz de nós mesmos devido a informações negativas vindas dos outros, ou porque falhamos em nossa própria honestidade, integridade, responsabilidade e auto-afirmação, ou porque julgamos nossas próprias ações com uma compreensão e uma compaixão inadequadas.

Entretanto, a auto-estima é sempre uma questão de grau. Não conheço ninguém que seja totalmente carente de auto-estima positiva, nem que seja incapaz de desenvolver auto-estima.

Desenvolver a auto-estima é desenvolver a convicção de que somos capazes de viver e somos merecedores da felicidade e, portanto, capazes de enfrentar a vida com mais confiança, boa vontade e otimismo, que nos ajudam a atingir nossas metas e a sentirmo-nos realizados. Desenvolver a auto-estima é expandir nossa capacidade de ser feliz.
Se entendermos isso, poderemos compreender o fato de que para todos é vantajoso cultivar a autoestima.

Não é necessário que nos odiemos antes de aprender a nos amar mais; não é preciso nos sentirmos inferiores para que queiramos nos sentir mais confiantes. Não temos que nos sentir miseráveis, para querer expandir nossa capacidade de alegria.

Quanto maior a nossa auto-estima, mais bem equipados estaremos para lidar com as adversidades da vida; quanto mais flexíveis formos, mais resistiremos à pressão de sucumbir ao desespero ou à derrota.

Quanto maior a nossa auto-estima, maior a probabilidade de sermos criativos em nosso trabalho, ou seja, maior a probabilidade de obtermos sucesso.

Quanto maior a nossa auto-estima, mais ambiciosos tenderemos a ser, não necessariamente na carreira ou em assuntos financeiros, mas em termos das experiências que esperamos vivenciar de maneira emocional, criativa ou espiritual.

Quanto maior a nossa auto-estima, maiores serão as nossas possibilidades de manter relações saudáveis, em vez de destrutivas, pois, assim como o amor atrai o amor, a saúde atrai a saúde, e a vitalidade e a comunicabilidade atraem mais do que o vazio e o oportunismo.

Quanto maior a nossa auto-estima, mais inclinados estaremos a tratar os outros com respeito, benevolência e boa vontade, pois não os vemos como ameaça, não nos sentimos como “estranhos e amedrontados num mundo que nós jamais criamos” (citando um poema de   A. E. Housman), uma vez que o auto-respeito é o fundamento do respeito pelos outros.

Quanto maior a nossa auto-estima, mais alegria teremos, pelo simples fato de ser, de despertar pela manhã, de viver dentro dos nossos próprios corpos. São essas as recompensas que a nossa autoconfiança e o nosso auto-respeito nos oferecem.


Auto-estima, seja qual for o nível, é uma experiência íntima; reside no cerne do nosso ser. É o que EU penso e sinto sobre mim mesmo, não o que o outro pensa e sente sobre mim.

Seja feliz!



Nathaniel Branden – Psicólogo, escritor e um dos pioneiros no estudo da auto-estima e desenvolvimento pessoal.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Você precisa de autorização, de Licença para ser feliz?


LICENÇA PARA VIVER, VOCÊ PRECISA DISTO? 




Você costuma justificar para as pessoas suas decisões? 

Vive pedindo desculpa por qualquer coisa? 


Necessita da autorização dos outros para tomar atitudes?



Bem, se você respondeu sim a uma ou mais dessas perguntas, está na hora de se questionar se não anda pedindo licença para viver. Isso mesmo: licença para viver!

A sua existência é sua e de mais ninguém. Então, por que precisamos tanto que os outros nos aprovem e nos autorizem? 

Porque somos crianças em corpo de gente grande, pedindo ainda para os pais nos dizerem o que é melhor para nós. Esses pais acabam se transformando em professores, amigos, namorados, etc., e transferimos a estes a responsabilidade de nos dizer o que devemos fazer, vestir, comer, pensar e sentir.

Cômodo, não?!
Mas o preço da comodidade é bem alto. Pois nada, NADA, é tão importante, tão fundamental e tão vital quanto a liberdade de ser o que se é e o que se quer ser
Liberdade de ir e vir, de voltar atrás, de fazer sem precisar dizer por que, de se autorizar, de assumir as consequências sem culpas ou remorsos, enfim, de respirar sem se desculpar!



Hoje, só por hoje, viva sem pedir licença!



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