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sábado, 22 de março de 2014

Sutiã inadequado causa dores nas costas e inflamações musculares…


Saiba como escolher o sutiã ideal 

                   

Não se trata apenas de aparência, um ajuste imperfeito pode causar dor nas costas, inflamação nos músculos, retenção da drenagem linfática, indigestão, dores no peito, má postura e até mesmo dores de cabeça.

De acordo com um estudo realizado pela Associação Britânica de Quiropraxia (BCA), o uso do tamanho de sutiã errado pode desencadear uma série de problemas, incluindo dor nas costas, restrição na respiração, escoriações, dores no peito e má postura.




Estudos realizados por fabricantes de lingerie revelam que 80% das mulheres usam o sutiã errado.

As dores causadas pelo uso prolongado de um sutiã inadequado pode torna-las crônicas e acarretar problemas na velhice.
  
Porque Ocorrem



No momento da escolha da compra de um sutiã, a medida do tamanho por vezes não é proporcional ao volume dos seios e as alças são por vezes demasiadas curtas provocando tensões musculares sobretudo na região do ombro.

A alça, colocada bem em cima do músculo do trapézio, faz pressão nos ombros. Sendo uma ação repetitiva, a longo prazo pode conduzir a uma dor muscular localizada e até desencadear um processo inflamatório muscular.

De acordo com alguns especialistas, muitas mulheres optam pelo sutiã com tiras largas cruzando as costas, como um maiô de natação, pensando em maior sustentação - o que não corresponde à verdade. Por ser bem justo ao corpo, também exerce grande a pressão no músculo trapézio, podendo provocar dores na região dorsal.

Com o processo inflamatório instalado, a dor pode se agravar e irradiar ainda para a região cervical. O quadro doloroso pode ser potencializado pelas atividades do dia a dia – má postura ao sentar, altura inadequada do computador, tensão, etc.




Seios muito grandes podem também provocar dores nas costas e no pescoço provocado pela mudança do ponto de gravidade do tronco, por isso é necessário usar um sutiã de qualidade que proporcione o apoio adequado.

Danos provocados por uso de um sutiã incorreto
Dores musculares (nos ombros, braços, pescoço, peito e na coluna vertebral), Tensões e inflamações musculares, sobretudo o músculo trapézio. Distensões na cintura escapular, Dores nas costas (lombalgias e dorsalgias), Irritação de todas as articulações escápulo-umerais. Dores de cabeça, Indigestão, Má postura.
  
Recomendações na escolha do sutiã

O peito deve encher as copas.
O sutiã ideal precisa equilibrar o peso dos seios entre as alças e a faixa presa nas costas, evitando que as costas e os ombros fiquem tensos. A proporção é de que 80% do peso seja sustentado pela cinta que circunda o tórax e apenas 20% do peso seja apoiado nas alças. Esta proporção é importante para que a tensão não cause dores musculares.
Um sutiã deve ser firme (não apertado) ao redor das costas e suportar o peso dos seios, a médio e inferior das costas. Ao contrário do que se pensa, as alças não são as maiores responsáveis pela sustentação dos seios, e sim o bojo e aquela faixa que envolve o tórax, que devem ter o tamanho certo.

O sutiã não deve ficar muito alto nas costas, a fim de que a coluna não seja sobrecarregada.
A parte da frente do sutiã deve assentar perfeitamente no esterno.
O sutiã deve puxar para trás e não para frente. Com isso, o efeito natural da gravidade é minimizado.

As alças devem ser largas e acolchoadas, o cós elástico em formato anatómico para adaptar-se perfeitamente ao corpo. Os aros devem acompanhar o peito e não vincar.
As alças não devem estar demasiado subidas nem apertar os ombros
Os soutiens devem ser em materiais compatíveis com a pele e sem substâncias nocivas.


VALE LEMBRAR:

Não usar o mesmo modelo durante longos períodos.
Um bom sutiã pode contribuir para corrigir a má postura.
Lave seus soutiens na mão e seque-os à sombra

Curiosidade: No final de século XIX, foi criado na França o precursor do soutien, numa tentativa de oferecer às mulheres mais conforto do que o repressor espartilho. A boutique de Heminie Cadolle elaborou um modelo em tecido à base de algodão e seda, semelhante aos modelos atuais. Em 1914 o soutien foi devidamente reconhecido e patenteado nos Estados Unidos pela socialite nova-iorquina Mary Phelps Jacob. Era feito com dois lenços, um pedaço de fita cor-de-rosa e um pouco de cordão. Ela resolveu vender a patente a uma fábrica de roupas femininas, a Warner Brothers Corset Company, por 15 mil dólares da época. Era o início da industrialização do lingerie, porém havia poucas opções de tamanho e o ajuste era feito por presilhas nas alças.

      




SENSUALIDADE EXPLORADA
           



        



A década de 80 a cantora Madonna consagrou a exposição da lingerie, usando soutiens, corpetes e cintas-ligas como roupas, e não mais como underwear (roupa de baixo). O público feminino adotou a idéia e a explora até hoje. A indústria de lingerie, por sua vez, elabora modelos cada vez mais sensuais e de materiais confortáveis.
Transparências passaram a revelar belos soutiens e corseletes, usados até mesmo em ocasiões formais. Perto do ano 2000, as alcinhas de soutien são propositadamente deixadas à mostra. Revelando que as roupas íntimas estão longe de servir apenas para manter a higiene e conforto das mulheres, mas fazer parte da moda e do arsenal de sedução.

DICAS PARA O VERÃO – PRAIA E PSCINAS



"Você é daquelas pessoas que, quando vão à praia, se recusam a tirar a canga? Então essa dica é para você. Chegou a hora de sair dessa neura e escolher o biquíni ideal para o seu tipo de corpo. Não dá para deixar de aproveitar o verão só porque você está insatisfeita com as suas medidas. Quer disfarçar o volume dos seios? Opte por modelos com alças mais largas. As cores devem atrair a atenção para a região do quadril e neutralizar o volume da parte superior. Para as mulheres com seios pequenos, os sutiãs com bojo são os ideais, já que ajudam a dar volume ao busto. O top tomara que caia é perfeito para quem tem cintura reta." Conteúdo extraído do site:



http://entretenimento.r7.com/blogs/gustavo-sarti


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Não carregue peso desnecessário nos ombros...


  Você carrega o mundo nas costas? Saiba como livrar-se disso!
  
"Não somos o centro das atenções, e o universo não gira ao nosso redor. Somos um ponto, um ponto único, significativo, mas cuja maior importância é contribuir no conjunto da obra que é a vida. Assumir mais que isso é carregar um peso desnecessário nos ombros"

Na mitologia encontramos muito material para reflexão sobre nossas próprias atitudes. Na mitologia grega, por exemplo, encontramos a figura de Atlas, um dos titãs que foi vencido por Zeus e seus aliados (as energias do espírito, da ordem, do Cosmos). Todos os titãs vencidos nesta batalha foram condenados eternamente ao Tártaro (equivalente ao inferno judaico-cristão), mas Atlas foi condenado a carregar o “mundo“ nas costas por toda a eternidade.

Essa alegoria mitológica nos leva a perceber que sempre que desrespeitamos as forças que harmonizam a vida, sofremos a consequência de carregar nosso próprio mundo nas costas. Começamos a “carregar o mundo nas costas” a partir do momento em que nos colocamos como o centro do mundo. É nesta inversão de papéis que nós cometemos nossos maiores erros.

Queremos ser responsáveis por tudo, moldar o mundo à nossa vontade e, não raro, começamos a carregar também “o mundo dos outros” nas costas, por acreditar que somos os alvos de todas as ações que provêm das outras pessoas.

Se você vem experimentando muito sofrimento e realmente deseja mudar esta situação, pare imediatamente de pensar que tudo o que acontece à sua volta está relacionado a você! Você não é o centro do mundo, nem o centro das atenções. Mesmo as pessoas de vida pública e celebridades são muito menos o centro das atenções do que pensam e gostariam de ser.

Uma vez uma pessoa me procurou no final de uma de minhas palestras e disse:
 - “... eu tenho um problema muito grande, onde quer que eu entre as pessoas estão sempre olhando direto para mim”!
Eu perguntei a ela:
- “Como você saberia que estas pessoas estão olhando direto para você, se você não estivesse olhando direto para elas”?
Da mesma forma, muitas pessoas reclamam que os outros estão sempre rindo dela, falando sobre ela, criticando-a...

Um momento: Será que o único foco de interesse disponível é você? Quando as pessoas riem na sua presença, este riso sempre significa deboche? Você tem certeza disso?

Passo muito tempo em aeroportos, nas idas e voltas das minhas palestras. Sempre que algum cantor ou artista conhecido da mídia se encontra na sala de embarque surgem muitos risos. Estes risos logo depois se transformam em pedidos de fotos e autógrafos, não eram risos de deboche.
  
Com as pessoas que não são conhecidas através da mídia, acontecem coisas similares. Diversas vezes já vi rapazes rindo entre si ao comentarem a beleza, o charme ou a sensualidade de uma bela jovem na sala de embarque. Presenciei várias vezes o mesmo fato quando um homem muito bonito era apreciado por mulheres empolgadas com sua presença.

Risos não são e jamais foram expressão universal de deboche. O fato é que a baixa autoestima faz com que as pessoas interpretem fatos positivos como ameaças! Exatamente como essa pessoa que se sentia observada só porque ela mesma estava observando os outros, muitas pessoas sofrem por razões semelhantes todos os dias.

Em uma peça de teatro, em uma novela ou em um filme, encontramos uma personagem central, a protagonista. A protagonista é aquela que “agoniza”, sofre por todos. Toda a trama se origina ao seu redor e reflete suas dores e alegrias.

Embora sejamos a personagem central de nossas vidas, não devemos com isso acreditar que somos a personagem central na vida dos outros. Não precisamos “agonizar”, sofrer, como se tudo ocorresse por nossa causa ou sob nossa responsabilidade. As coisas nem sempre são a nosso respeito!

Como seres humanos, temos a tendência de pensar que as reações dos outros refletem algo que nós fizemos a eles. Por isso, acabamos agindo como se fôssemos sempre os protagonistas de todas as vidas ao nosso redor. Se você cumprimenta um amigo ou colega de trabalho e ele responde de maneira fria, indiferente ou até grosseira, você começa a pensar: O que foi que eu fiz a ele, para ele me tratar assim?

Você não precisa ter feito absolutamente nada. A reação da outra pessoa pode ser fruto de problemas pessoais, problemas de saúde, preocupações, problemas com outras pessoas ou um aborrecimento que tenha ocorrido poucos segundos antes de você chegar. Simplesmente, não tem nada a ver com você! Colocar-se no centro de todas as situações não é uma prática saudável, cria problemas inexistentes. Agir assim, quase sempre, demonstra megalomania e/ou baixa autoestima. Essa postura só causa problemas. 

Da próxima vez que alguém reagir de maneira negativa e inesperada à sua chegada, ou a qualquer ato seu, lembre que esta pessoa pode estar passando por infinitas situações e que a reação dela pode não ter relação direta com você. Na maioria das vezes, a pessoa que reagiu mal nem percebeu ter agido assim com relação a você, ela está imersa em seus próprios problemas e “carregando o seu próprio mundo”.

Se você percebe razões concretas, evidências de que você efetivamente causou a reação, isso é natural no universo das relações, uma boa conversa pode colocar tudo de novo no lugar!

Sempre que encontrar alguém em um dia ruim (carregando o mundo nas costas), entenda que se nós temos o direito de ter um dia “ruim” e de querermos ficar sozinhos e incomunicáveis por algum tempo, outras pessoas também têm essa necessidade. Por que negaríamos esse direito aos outros?

Não queira ser protagonista dos sofrimentos alheios. A cada um de nós bastam os sofrimentos que nós mesmos, desnecessariamente criamos e os que a vida nos apresenta, como convite à reflexão e aperfeiçoamento.

Isso não é um convite à indiferença, é um convite à aceitação do outro e um alívio para nós mesmos.

Não somos o centro das atenções, e o universo não gira ao nosso redor. Somos um ponto, um ponto único, significativo, mas cuja maior importância é contribuir no conjunto da obra que é a vida. Assumir mais que isso é carregar um peso desnecessário nos ombros! É melhor carregar o peso de um “ponto” a carregar “o mundo” nas costas.

Da mesma forma que não devemos causar intencionalmente dor nos outros, não devemos assumir a dor “particular” dos outros, como se nós a tivéssemos causado.

Seja sempre solidário com a dor do próximo, ajude o quanto puder, mas não julgue que você seja a causa e o responsável por todas essas dores. Muitas pessoas escolhem sofrer, mesmo quando não têm razões concretas para isso e exportam, com suas reações, a desarmonia interna que elas mesmas criaram. Temos que aprender a nos libertar de nós mesmos e dessas pessoas também. Não podemos ajudar alguém que não quer ajuda e nem nos prejudicar com culpas que não temos.

Viva seu mundo ao invés de carregá-lo nas costas. Convide os outros a fazer o mesmo.

"Eu gosto de pessoas inteligentes que enxergam o mundo com humor. Tem muitas pessoas em quem eu bato o olho e penso: deve ser legal ser amiga dela. É gente que não carrega o mundo nas costas, que fala olhando nos olhos, que não se leva tão a sério, que é franca na hora do sim e na hora do não. É difícil sacar as qualidades de uma pessoa sem antes conhecê-la, mas intuição existe pra isso. Tenho vários amigos que enriquecem minha vida e se encaixam no meu conceito de 'pessoas especiais', mas meu coração é espaçoso e está em condições de receber novos inquilinos. "[Martha Medeiros]


por Carlos Hilsdorf
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