sábado, 12 de outubro de 2013

Você Acredita em Milagres? Eu Sou Um Milagre e Estou Aqui!

“Só há duas maneiras de viver a vida: a primeira é vivê-la como se os milagres não existissem. A segunda é vivê-la como se tudo fosse milagre”. (Albert Einstein) 
   


Gostaria de compartilhar com meus leitores o Milagre que aconteceu comigo, o depoimento que faço, conta parte da minha história e como coisas inexplicáveis aos olhos e entendimento dos homens, são vistas como verdadeiros milagres, operados pela Força Maior e Seus Assistentes. Se tais milagres são aceitos ou não pela ciência e  pelo homem, não cabe a mim contra-argumentar e nem é esse o propósito desse depoimento. Aqui faço um relato daquilo que EU acredito e não quero criar polemica e nem tampouco fazer apologia a "imagens, religião, crenças ou idolatrias", mas apenas dividir o que para mim, considero um milagre e cresci acreditando que a FÉ é nossa maior ferramenta nos momentos de dor, angústia, desespero e falta de sentido de vida. Eu jamais questionei ou duvidei dos meus pais em relação a história que me contaram inúmeras vezes ao longo da minha vida, mas deliberadamente, escolhi aceitá-la como verdade e foi a partir dessa Fé, que me tornei a pessoa que hoje sou... Minha Fé, minha gratidão pela Vida e o Amor eterno que tenho pelos meus pais já falecidos, por Cristo Jesus, Nossa Senhora e a Força Maior, foi o maior legado que eles, meus queridos pais, me deixaram e hoje, dia de Nossa Senhora Aparecida, quero fazer essa homenagem... Não só a Ela, mais também aos meus Pais, a Deus e a Vida. EU ABENÇOO E AGRADEÇO A MINHA VIDA!

Segue meu Depoimento 
(algumas das imagens apresentadas neste post foram retiradas da internet, pois não foram registradas pelos meus pais as fotos da época... são apenas para ilustrar o relato).

Contaram-me, meus pais (que já partiram há pouco mais de 2 anos) que quando bebê, recém-nascida, eu fui acometida por desidratação de Terceiro Grau (Grave) e tive que ser internada as pressas para que pudesse ser tratada e reidratada o mais rápido possível, pois meu estado de saúde era muito delicado e eu corria risco de morte. O tratamento com bebês desidratados, segundo a literatura, segue o seguinte protocolo:

Apresenta-se em recém nascidos ou lactentes jovens (2-3 meses), com sede intensa e poucos sinais clássicos de desidratação. Se após essa etapa, a criança continuar desidratada, administrar mais 25 a 50 ml/kg de peso em duas horas. Deve-se assegurar um acesso venoso adequado (agulhas calibrosas, dois acessos venosos simultâneos), que garantam a infusão do volume total prescrito, no máximo, em quatro horas. A fase de expansão (rápida) termina quando há melhora clínica da criança, com desaparecimento dos sinais de desidratação. Nesta fase, é muito importante a reavaliação da criança, pelo menos a cada hora, pelo profissional de saúde”.

Bem, comigo, segundo meus pais, os procedimentos não obtiveram o efeito esperado e minha piora foi acontecendo hora após hora e muito rapidamente... os enfermeiros já não encontravam veias de acesso em meus braços, mãos e outras partes do corpo, pois eu estava muito magra e era muito pequenina... Meu quadro clínico estava cada vez mais grave e o risco de morte era iminente. Foram feitas varias tentativas e por fim, fizeram uma manobra de última hora, colocando agulhas de acesso em minha cabeça (na moleira), mas para nosso tristeza e segundo o que contavam meus pais, o profissional que fez o procedimento, não acessou a veia e o soro foi sendo acumulado entre o couro cabeludo e a pele da moleira, formando uma bolha d’água e rompendo-se conforme a pressão do liquido que ali se acumulara, formando uma grande ferida... Como houve também a negligência por parte dos profissionais que não notaram o erro e não o reparou em tempo hábil, meu quadro clinico se agravou ainda mais e, entrei em estado de coma.

 (...aquela parte da minha cabeça, o meu couro cabeludo, após ser cicatrizado, jamais cresceu cabelo, pois os poros foram tampados, formando uma película lisa e sem vida... Essa “sequela” me causou muitos danos emocionais e psicológicos, pois eu tinha muita vergonha de não poder pentear os cabelos como as outras meninas, sofri muito “Bullying” na escola, pois era chamada de careca e me sentia triste e diferente das outras mocinhas... evitava brincar em piscinas, molhar os cabelos quando ia à praia e não deixava que ninguém tocasse minha cabeça, eu tinha muito complexo de inferioridade e quando completei a maior idade, fiz uma plástica, que reparou parte da cicatriz e hoje isso não é mais um problema para mim, tiro de letra e estou bem resolvida a esse respeito e até faço algumas piadas quando me perguntam... digo que é da idade... rs).

Meus pais relatavam que minha aparência era a pior coisa que eles poderiam ver de um bebê tão pequeno e frágil, eu era pele e osso e não tinha qualquer reação. O desespero tomou conta de ambos e com eles a impotência de não poder fazer nada para me salvar. Meu estado era tão grave que os médicos chamaram meu pai e o pediram para preparar minha mãe, pois disseram a ele que meu caso não tinha mais jeito e que eu não passaria daquela noite... Disseram ao meu pai que só um milagre me salvaria da morte, que meu prognostico era o pior possível, eu tinha menos de 1% de chance de sobreviver.


Meu pai não sabia como dar a notícia à minha mãe, pois ela era muito doente, tinha epilepsia desde os 9 anos de idade e convulsionava quase todos os dias, muitas vezes, mais de uma vez por dia (as três gravidez foram de alto risco), mas ele não podia esconde-la o fato e teve que contá-la, para que ela pudesse se preparar para o pior...


Quando ele a deu a notícia e o prognóstico médico, minha mãe chorou muito, conta meu pai, e ao mesmo momento, ela ajoelhou-se e rezou... Ela era muito devota de Nossa Senhora Aparecida e naquele momento, contou ela(minha mãe), que ela evocou o Espírito de Nossa Senhora e pediu a Ela que intercedesse por mim junto a Jesus e que me curasse e salvasse a minha vida... Ela conta que me colocou no colo da Mãe Aparecida e pediu a Ela que me envolvesse em Seu Manto Sagrado e operasse em mim um milagre... Foi nesse momento que ela fez uma promessa que se eu fosse curada, ela me levaria na Catedral de Aparecida (A igreja velha), me batizaria e deixaria minha roupa toda La na igreja, para que fosse doada para outra criança...

Minha mãe passou a noite toda ao meu lado na UTI, orando e pedindo a Deus que me livrasse da morte, pediu força e me manteve no colo da Mãe Amada... Não pregou o olho um só minuto. As horas passavam e para ela, parecia uma eternidade e o dia foi amanhecendo e conta minha mãe, que ao olhar para mim, como num milagre, eu abri os olhos e sorri para ela e ela chorou de alegria e gratidão, por ter tido a certeza que suas preces foram atendidas... 

Minha melhora foi algo inexplicável pela medicina daquela época (isso foi há 48 anos) e, tanto enfermeiros, como os próprios médicos que haviam me desenganado e “desistido” de mim, disseram que ali havia acontecido um milagre e que eles acreditavam que a Fé da minha mãe, havia me curado e que Deus realmente existia. Minha melhora foi significativa e poucas horas depois eu já estava de alta e sai nos braços da minha mãezinha, que não desistiu de mim, que acreditou que eu merecia viver, que cuidou, criou e me encaminhou para a vida e hoje, Sou um MILAGRE E ESTOU AQUI!



“Música linda da banda louvor e glória que fala ao meu coração devido ao milagre que Deus fez na vida do meu filho João Pedro”. Vídeo produzido por Valquíria Gomes Constantino. (Talvez  a história dela com seu filho deva ter sido semelhante à minha, por esse motivo, o selecionei).

  

   

 

O sobrenome Aparecida, que leva o meu nome Sandra Aparecida Ribeiro Tonsa, foi colocado por meus pais, em homenagem a minha Madrinha, minha Protetora e minha Mãe Nossa Senhora Aparecida, que cuidou e soube interceder por mim, junto a Jesus e o Divino Espírito Santo, nos momentos de Angústia e de Dor e, à Eles, Sou Grata e Abençoo à minha Vida, minha saúde, minha família e todas as pessoas que Deus colocou na minha vida e meu caminho.
Obrigada, Obrigada, Obrigada!

  

Segue um artigo do Dr. Dráuzio Varella, sobre Desidratação.  

DESIDRATAÇÃO
Desidratação é uma doença potencialmente grave que se caracteriza pela baixa concentração não só de água, mas também de sais minerais e líquidos orgânicos no corpo, a ponto de impedir que ele realize suas funções normais.  A enfermidade pode ser secundária a diarreias agudas e afetar pessoas de todas as idades, mas é mais perigosa para as crianças (especialmente recém-nascidos e lactentes) e para os idosos.

Causas
A desidratação ocorre se a água eliminada pelo organismo através da respiração, suor, urina, fezes e lágrimas, não for reposta adequadamente. Isso pode acontecer quando a ingestão de líquidos é insuficiente, nos quadros de vômitos, diarreias e febre, nos dias de muito calor por causa da transpiração excessiva, nos portadores de diabetes em função do aumento do número de micções e pelo descontrole no uso de diuréticos.

Sintomas
A desidratação pode ser classificada, segundo o grau de gravidade, em leve, moderada e grave. São sinais clássicos da desidratação leve e moderada a sede exagerada, boca e pele secas, olhos fundos, ausência ou pequena produção de lágrimas, diminuição da sudorese e, nos bebês, a moleira afundada.  Dor de cabeça, sonolência, tonturas, fraqueza, cansaço e aumento da frequência cardíaca também podem estar associados aos episódios de desidratação. Além desses sintomas, que se intensificam com o agravamento do quadro, nos casos de desidratação grave, pode surgir outros, como queda de pressão arterial, perda de consciência, convulsões, coma, falência de órgãos e morte.

Diagnóstico
O diagnóstico de desidratação baseia-se essencialmente na avaliação clínica, mas pode ser necessário realizar alguns exames simples de sangue, fezes e urina para identificar a causa e o grau de gravidade da enfermidade.

Tratamento
O leite materno é o recurso ideal para o tratamento da desidratação nos primeiros seis meses de vida da criança. Depois, independentemente da idade, nos casos de desidratação leve e moderada, beber muita água filtrada ou fervida em goles pequenos e intervalos curtos pode ser o suficiente para reidratar o organismo. É importante também manter a pessoa em ambiente com temperatura amena para evitar a perda de água pelo suor. Nos casos de desidratação grave, que podem ocorrer de uma hora para outra, a reidratação deve ser feita com o soro oral distribuído gratuitamente nos postos de saúde e à disposição nas farmácias. Esse soro pode ser preparado em casa e tem validade de 24 horas depois de diluído em água.

Se houver dificuldade para conseguir o soro para a reidratação nos postos de saúde, é possível preparar o soro caseiro, nas seguintes proporções: 1 litro de água filtrada ou fervida, uma colher rasa de chá de sal e duas colheres rasas de sopa de açúcar.

Recomendações
* Beba bastante líquido, pelo menos dois litros por dia;
* Verifique se as crianças e os idosos estão tomando a quantidade de líquido necessária para manter a boa hidratação do organismo. Nessas faixas de idade, muitas vezes, eles se esquecem de fazê-lo;
* Use roupas leves e evite a exposição direta ao sol nos dias muito quentes;
* Não pratique exercícios físicos nas horas mais quentes do dia;
* Lave bem as mãos antes das refeições e depois de ter usado o banheiro;
* Certifique-se de que os alimentos que serão ingeridos crus foram corretamente preparados.




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