quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Psicologia e a Cirurgia Plástica, uma aliança multidisciplinar

Através dos avanços da ciência moderna, a humanidade passou a acreditar na capacidade de controlar o desgaste biológico, retardando o envelhecimento e aumentando a longevidade, almejando a juventude, a beleza e a qualidade de vida.  Diante disso, algumas técnicas surgiram para solucionar esta insatisfação pessoal, entre elas, a cirurgia plástica.

De acordo com Colaneri, a cirurgia plástica sempre esteve associada à psicologia, devido às mudanças psíquicas que ocorrem principalmente relacionadas à autoestima. Inicialmente esta modalidade médica surgiu como cirurgia reparadora, há relatos de casos de construção nasal datados da idade média.

Estudiosos perceberam que através da reparação de deformidades congênitas ou adquiridas, minimizariam as consequências psicológicas no campo pessoal, afetivo e profissional. Com o aperfeiçoamento das técnicas cirúrgicas e anestésicas, a cirurgia plástica passou também a visar o aprimoramento estético, justificado pela crescente busca do sentimento de auto aceitação e elevação da autoestima.

Em nosso meio encontramos pessoas que creem que a beleza é um recurso viável na obtenção de atenção de seu ambiente social. Este fato pode ser sustentado pela ideia de que seus parentes, amigos ou companheiros sentirão mais afeto caso sua aparência fique diferente. Neste caso, teremos uma motivação para cirurgia plástica ligada a uma possível baixa na autoestima. Embora em nossa cultura a aparência seja valorizada, existe um consenso de que além de beleza, competências como habilidades sociais, simpatia e desenvoltura são relevantes para a manutenção de um bom relacionamento.

Sentir-se e estar bem consigo mesmo é uma atitude que necessita de manutenção, avaliação e cultivo diários. A flutuação no humor, os acontecimentos cotidianos e as transformações ditadas pelo tempo são responsáveis pelo desequilíbrio do bem-estar.

De acordo com Ferraz e Serralta (2007), quando a fonte do sentimento de mal-estar é o corpo, a cirurgia plástica é convocada a resolver “o problema”. É rápida, em algumas vezes definitiva, e não exige muito investimento e/ou comprometimento pessoal em seu processo. Em contrapartida, a psicoterapia, pode instrumentalizar o indivíduo a viver de maneira mais saudável e equilibrada. O processo é um pouco mais longo, exige motivação e comprometimento pessoal. Contudo, proporciona transformações no mundo interno, deixando o corpo diferente não em sua estrutura, mas na maneira como é interpretado.

Segundo Colaneri, a massificação da mídia e imposição do padrão de beleza vigente tem também trazido distorções psicológicas. Pessoas que estão insatisfeitos consigo mesmos e projetam na cirurgia plástica a resolução dos seus problemas, permanecem insatisfeitos com os resultados obtidos, por melhores que sejam, pois, a cirurgia não resolve conflitos pessoais, familiares e profissionais.

“Uma importante particularidade da cirurgia plástica estética, e que ao meu ver é de uma grande vantagem em relação aos outros campos da medicina, é que não há necessidade nem urgência em fazê-la. Isso permite que ela seja realizada apenas no momento ideal, ou seja, quando o paciente esteja compensado nos planos físicos e psicológicos. ” (Dr. André Colaneri)            

Ao se submeter à modificação de sua aparência, a pessoa desfrutará de sua nova aparência de forma saudável e plena, pois a cirurgia será um adendo em sua vida social e pessoal. Uma pessoa que aceita a si mesma, sabe buscar seus valores na sua própria experiência, se sente digno e importante, terá na cirurgia um grande complemento dessas conquistas.

A aliança multidisciplinar entre o psicólogo e o cirurgião plástico, tem como foco proporcionar a satisfação completa do indivíduo. O papel do psicólogo é auxiliar o indivíduo a melhorar sua autoestima, habilidades sociais, proporcionar conhecimento de si mesmo e suas reais motivações, auxiliando na aceitação de si e desenvolvimento de bem-estar como ser humano.


sábado, 1 de agosto de 2015

Balada x Drogas (Ecstasy, LSD, Balas e Doces)

Ecstasy e LSD - Os efeitos da droga no organismo






São drogas sintéticas e provocam distorções sérias no funcionamento cerebral; o usuário sente-se um “super-homem”, incapaz de avaliar situações de perigo; ilusões, alucinações e desorientação têmporo-espacial são comuns.




Um ritual que se repete a cada festa

João (nome fictício), 27 anos, diz não ser um usuário frequente das balas e dos doces, mas sempre que está em uma balada eletrônica não deixa de consumir. Ele define a disseminação do ecstasy e do LSD como uma epidemia semelhante ao crack, no entanto, sem causar tanta dependência. Em entrevista, o jovem revela sua experiência com as duas drogas e como funciona a rotina das baladas.

Primeira vez
Tomei a bala por curiosidade numa festa. A gurizada já levou pra curtir a vibe (vibração) lá. Nestas festas é difícil alguém que não toma. Quem não tem, consegue na hora. É como ingresso, se comprar antecipado é mais barato. O doce (LSD)  tá uns R$ 70 antecipado e na balada pode chegar até R$ 100. A bala (ecstasy) custa uns R$ 40, mas na hora vai   até  uns R$ 90. Não sou muito de ir em balada, mas sempre que vou tenho que tomar. Ninguém vai para dançar agarrado. As pessoas vão pra fazer loucuras. Se tiver cinco ou seis no bolso, as minas (mulheres) ficam ao redor.

Comércio

Quem vende é quem usa, mas não quer, ou não tem dinheiro para comprar todo o final de semana. Tem de tudo. Alguns  usam por status, pra curtir as mulheres.  Tem gente que pede de brinde, então o cara  diz, se você conseguir tal menina te dou. Elas ficam com o cara por causa da bala ou do doce. É assim que funciona. 

Consumo
Tem várias maneiras de consumir, cheirar, tomar na bebida, colocar na língua. O doce está sendo mais procurado que a bala. Tem amigo que toma na sexta, sábado. Na verdade não  tem dia pra tomar.  Já tomei duas balas na mesma noite, mas tem gente que toma mais. No dia seguinte vou trabalhar travado. Já vi muita gente fora do ar. Um dia, numa chácara, os ‘loucos’ diziam que iriam se atirar no gelo, saiam engatinhando, que estavam numa missão. Estavam fritando por causa do doce (LSD).


Destacamos algumas reações do uso agudo ou crônico do LSD e ECSTASY:
 
    

– Alteração da percepção visual, gustativa, tátil, auditiva e olfativa;
– Sensação anormalmente estranha de perda do limite entre o espaço e o corpo;
– Sensação de que os sons podem ser vistos;
– Sensação de pânico e medo;
– Apreensão constante;
– Reações psicóticas representadas por alucinações, delírios, grande instabilidade afetiva, depressão psíquica;
– Sensação simultânea de relaxamento e tensão, alegria e tristeza;
– Sensação paranoide de poder voar;
– Morte acidental;
– Aparecimento de surtos de esquizofrenia;
– Distúrbio da memória, reflexos exaltados;
– Tremores corporais;
– Náuseas, tonteira;
– Parestesia (sensação pervertida de formigamento, arranhamento ou queimação da pele);
– Distúrbios visuais;
– Perda do controle dos pensamentos;
– Aumento da glicose no sangue e da frequência cardíaca;
– Elevação da pressão arterial e convulsão.


Sua potência é impressionante (300 mil vezes mais ativa que a maconha), porque o tecido cerebral mantém uma baixíssima concentração de LSD em relação a qualquer outro tecido do corpo durante todo o tempo posterior à ingestão da droga.


A tolerância ao LSD ultrapassa a maioria dos outros alucinógenos, incluindo os derivados de anfetamina alucinógena e a mescalina, mas não se estende à maconha. Os usuários de LSD, portanto, repetem as doses após longos intervalos e não o substituem nem o administram simultaneamente com outros alucinógenos.



Ecstasy

Chamada erroneamente de droga do amor, o ecstasy é considerada uma droga nova e é muito conhecida entre a galera que sai à noite na balada, principalmente em raves . (festa dançante em que se toca música eletrônica [Ger. realizada por mais de uma noite e em grandes espaços afastados dos centros urbanos]). O ecstasy causa uma sensação de euforia e prazer. Segundo algumas pessoas que já experimentaram a droga, você é tomado por uma sensação de leveza, alegria e poder.

O ecstasy foi inventado em 1914, durante uma pesquisa de antidepressivos com efeito rápido. Começou a ser usada há 10 anos na Inglaterra e hoje é consumido em geral por jovens de classe média. O tráfico não vem dos morros das favelas; na maioria das vezes, é feito dentro de algumas festas mesmo.
 
Mas o perigo está justamente nessa sensação de poder que a droga passa. Esse bem-estar”, alegria e muita energia é como se fosse uma “ilusão” que o cérebro passa. De repente, uma pessoa toma a droga e fica dançando por umas 5 horas, mas, muitas vezes ela não tem um preparo físico para aguentar tanta agitação. Não é raro algumas pessoas ficarem com febre ou resfriadas no dia seguinte. Isso porque a droga diminui a resistência do corpo.



Está muito errado quem pensa que, só porque o ecstasy é “droga de final de semana”, não vicia. Vicia sim! O ecstasy é uma anfetamina, uma droga sintetizada em laboratório. Anfetamina é estimulante do sistema nervoso central, ou seja, faz com que você fique “ligado” por mais tempo que o normal, executando atividades e descartando o descanso. Só que esse cansaço aparece depois que a droga sai do organismo.


Veja infográfico abaixo sobre drogas sintéticas



Tipos de ‘comprimidos’ de Ecstasy

Quando o usuário for tomar a droga de novo, a energia vem em menor intensidade. Aí, é claro que a pessoa vai tomar uma dose muito maior. O organismo da pessoa vai ficando cada vez mais tolerante à droga e aí vira uma bola de neve. Quando menos se imagina, a pessoa já virou dependente.



A droga pode provocar euforia, desinibição, ansiedade e intensa sensação de sociabilidade. Porém, há casos em que os efeitos são exatamente contrários: ao invés de prazer, a pessoa pode ser tomada por uma sensação de paranoia e pânico, além de profunda depressão.




Depois de ingerido, o ecstasy começa a fazer efeito depois de 20 a 60 minutos. Além de psíquico, causa efeitos físicos: aumento da pressão arterial, aceleração dos batimentos cardíacos, diminuição do apetite, pupilas dilatadas e boca seca. O metabolismo acelera e, por isso, a temperatura do corpo aumenta, chegando até a 40º. Esse é um dos motivos que levam os consumidores a beber litros e litros de água enquanto dançam. A vista também fica sensível à luz, por isso muitos usam óculos escuros.



Aliás, o calor provocado pela droga é o efeito colateral mais discutido, sendo que se a temperatura do corpo aumentar muito pode causar convulsões e levar o usuário até a morte. Para saciar a sede, o pessoal abusa da água. Só que aí que vem o dilema: se beber muita água, o usuário não vai conseguir controlar a urina, mas se não bebê-la, pode sofrer de desidratação.

Lembrando que, como a droga faz parte do grupo das anfetaminas, os efeitos deste também servem para o ecstasy: sérios danos no fígado, coração, cérebro e degeneração dos neurônios; além da possibilidade de aparecer sintomas psíquicos como paranoia, agressividade, ansiedade fóbica, insônia etc. Depressão e perda de memória são outros efeitos colaterais. Por se tratar de uma droga química, ou seja, produzida em laboratório, os efeitos dessa e de tantas outras drogas podem não ser tão agradáveis assim como muitas pessoas acham!


“Todas as drogas são uma perda de tempo. Elas destroem sua memória, seu respeito e tudo que tem a ver com a sua autoestima. Elas não são boas de forma nenhuma.” (Kurt Cobain)

“Toda forma de vício é ruim, não importa que seja droga, álcool ou idealismo.” (Carl Jung)


“A Vida é uma droga, E depois você morre.” (Stephenie Meyer)




quinta-feira, 21 de maio de 2015

Incompatibilidade de Gênios

"Até que a incompatibilidade de gênios nos separe".

Os casais não devem olhar um para o outro, mas para a mesma direção. A frase não é minha, mas é uma das melhores que já ouvi e consegue explicar porque tantos relacionamentos chegam ao fim. O amor é pura sintonia. Quando temos afinidades e sonhos comuns é um deleite estar na companhia de outro alguém.

Há tempos queria escrever sobre separação. Para mim que torço pela durabilidade dos relacionamentos era um desafio. Tinha medo de não encontrar as palavras adequadas e que acabasse passando a ideia errada. Atualmente as relações se tornaram tão vulneráveis que o simples fato de abordar o assunto poderia representar um incentivo a chutar o balde.

Eu tinha a impressão que acabar um namoro ou um casamento era como fracassar na tentativa de fazer as coisas darem certo. Mas, em casos de incompatibilidade de gênios, ficar junto é como remar contra a maré quando não se tem mais forças.

Desculpem a comparação, mas é o mesmo que insistir naquela calça que não cabe mais. Ao tentar colocá-la todos os dias você sofre, ela machuca, gera frustração, e você diz a si mesma: se eu tiver paciência e emagrecer tudo vai ficar perfeito como antes. Mas a calça é do tempo que você tinha 15 anos, não é mais adequada, só você é que não viu! Ela vai cair bem em outra pessoa e você descobrirá que existe outra ideal para o seu novo perfil.

A verdade é que quando estamos com a "pessoa certa" não é preciso fazer esforço algum, as coisas simplesmente fluem. Ou seja, o outro tem uma habilidade natural de nos fazer felizes.

Muitos relacionamentos acabam porque o outro não nos compreende. Ele não tem empatia pelo que sentimos, porque sua natureza é diversa da nossa. Por exemplo, um olha para dentro (família, emoções, espiritualidade) e outro olha para fora (bens materiais, estudo, trabalho) e não há conexão entre eles.

Não existem culpados. As pessoas são o que são. Ou aceitamos sua essência ou não. Você pode querer que a pessoa mude porque a ama, mas ela só vai mudar se fizer sentido e for importante para ela, não só porque você está pedindo. Não é tão simples quanto parece. Sei que na hora que o relacionamento está em risco, por medo de perder, nós fazemos cobranças e prometemos coisas, mas se pudéssemos observar a situação de fora é provável que libertássemos o outro para ser feliz a sua maneira. Porque ao exigir mudanças violentamos a personalidade dele.

Não deveríamos mendigar afeto e companhia, nem cobrar casamento ou filhos. Muito menos pedir maturidade, romantismo, doação, pró-atividade. Isso é humilhante para ambas as partes. Para o relacionamento dar certo é preciso olhar para a mesma direção.


domingo, 3 de maio de 2015

Dar um tempo pode salvar o relacionamento amoroso?


Saiba o que psicólogos avaliam sobre o tema e como esse período longe do parceiro pode ser fundamental para salvar (ou não!) a sua relação.

A relação esfriou. O entusiasmo de encontrar o outro já não é mais o mesmo. A vontade de conversar diminuiu. A paixão - motor para a relação existir - está na berlinda.

O parceiro que sente o desejo de ir embora entra numa tempestade de dúvidas. Por sua vez, o outro - que não vê problemas na relação acredita que está tudo na mais perfeita ordem - sofre com essa montanha russa emocional.

Brigas constantes surgem porque as expectativas não se cruzam mais. Você já deve ter conhecido alguém que vivenciou uma situação assim, ou até mesmo já passou por isso... é a prova viva! E nesse caso, o que resta, então? Será que dar um tempo é, de fato, a melhor alternativa?

"Isso acontece, geralmente, quando a relação está desgastada e o casal não se entende, mas ao mesmo tempo não tem certeza se deseja terminar. E situações que podem levar a isso são típicas. Entre elas, quando um dos parceiros quer oficializar a relação, transformar o namoro em casamento, por exemplo, e o outro está inseguro. Aí acabam se separando para decidir o que fazer", explica a psicoterapeuta e psicóloga clínica pela USP, Triana Portal.
Ela entende que um tempo pode ser positivo, se bem conduzido e bem usado. É um período curto, mas suficiente, para resolver as pendências emocionais. No entanto, esse tempo deve acontecer em relações novas e menos sólidas como namoros. Isso porque, em relações mais maduras como casamentos, sobretudo quando há filhos, o ideal é que ambos enfrentem juntos os altos e baixos da vida a dois, mesmo que tenham de recorrer a um terapeuta de casais para ajudá-los.

Para a doutora em psicologia do Desenvolvimento Humano pela USP, Cristiane Pertusi, pedir um tempo é uma atitude muito arriscada, apesar de necessária em alguns casos. Uma vez que você pede um tempo, analisa a especialista, é bem comum que o outro comece a fazer um movimento que a doutora chama de "desinvestimento libidinal" [baixa libido] do relacionamento e do par.

No entanto, esse pedido de "dar um tempo" não pode ser conveniente porque aí é que está o grande erro. "Ficar longe do parceiro por um período apenas por conveniência é o que mais existe nas relações e significa apenas adiar um problema. Entretanto, este pedido de "dar um tempo" pode ser funcional e positivo quando for um desejo comum do casal e ambos concordarem com esta necessidade", avalia Cristiane.

Além disso, regras devem ser estipuladas para o tempo na relação. Até porque raramente o tempo é dado de comum acordo. Na maioria das vezes há sempre um parceiro que aceita - embora contrariado. Desta forma, o mínimo que se deve ter neste caso é manter o respeito durante a distância. "Isso deve ser um acordo, um combinado entre as partes, não dá para simplesmente deixar a coisa sem rumo e os parceiros desnorteados. Fidelidade deve ser considerada como parte do trato, afinal, o tempo é para avaliar a relação e os sentimentos. Não para testar outras experiências", avalia Triana Portal.


quinta-feira, 2 de abril de 2015

As Profissões Mais Bem Pagas



Ao escolher que profissão seguir, os estudantes avaliam o que gostam, aquilo que tem a ver com sua personalidade e também a remuneração salarial.

Atualmente, a questão salarial está sendo avaliada pelo estudante na hora de escolher a profissão

Ao escolher qual profissão seguir por toda a vida, muitos jovens levantam inúmeros aspectos. O principal deles está ligado à afinidade com a área e o que tem mais a ver com a sua personalidade. No entanto, nos últimos anos, outro fator tem crescido quanto à escolha pela profissão, sendo as remunerações profissionais de cada área a nova característica apontada pelos vestibulandos como fator crucial na escolha da carreira.

Apesar de parecer assustador o candidato escolher o que poderá lhe trazer maior retorno financeiro ao invés do que realmente tem aptidão, os jovens não estão errados ao avaliar esse ponto de vista, pelo contrário, mostram maturidade ao se preocuparem não só com o ingresso na carreira acadêmica, como também se terão retorno profissional após todo o empenho e esforço durante a universidade.

Hoje em dia, os vestibulandos antes de optarem pelo curso que desejam seguir, estão procurando se informar sobre a demanda do mercado de determinado profissional e sobre o salário em potencial desta área. Não é difícil encontrarmos candidatos ao vestibular que trocam muitas vezes a carreira dos sonhos por uma que se apresenta com maior retorno financeiro. E a se engana quem acredita que os pais vão contra esta visão dos filhos. Pelo contrário, grande parte deles apoia e incentiva essa escolha.

O que vale salientar e o que muitos especialistas de recursos humanos afirmam é que não são todos os profissionais que conseguem obter os salários condizentes com a sua área de formação e atuação. Mesmo que ele seja o melhor naquilo que faz. É importante ter ciência disso, para evitar possíveis frustações. A escolha de uma carreira com salários rentáveis não é sinônimo de que o vestibulando automaticamente terá essa mesma remuneração.

Outro fator determinante apontado por especialistas para uma melhor remuneração é o estudante nunca parar de estudar ou se acomodar somente com a graduação. Ele deve buscar se reciclar e se aprimorar sempre, através de cursos de pós-graduação, especializações, mestrados e até mesmo doutorados. Esses diferenciais com toda certeza auxiliarão para salários mais altos.



De qualquer forma, o Super Vestibular reuniu a seleção atual das profissões mais bem pagas, de acordo com pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em 2011, para que você, candidato ao vestibular, possa avaliar sua escolha e sua futura profissão.

Antes das carreiras mais bem pagas, estão à frente os profissionais como os juízes e desembargadores, entretanto antes de terem esses cargos, eles precisaram passar pela faculdade de Direito e, posteriormente, dedicar-se novamente aos estudos para serem aprovados em concursos públicos bastante concorridos.




Agora veja o ranking das 10 profissões com melhor remuneração:

1 - Medicina (mestrado ou doutorado) – salário médio: R$ 8.966,07
2 - Administração (mestrado ou doutorado) – salário médio: R$ 8.012,10
3 - Direito (mestrado ou doutorado) – salário médio: R$ 7.540,79
4 - Ciências Econômicas ou Contábeis (mestrado ou doutorado) – salário médio: R$ 7.085,024
5 - Engenharia (mestrado ou doutorado) – salário médio: R$ 6.938,39
6 - Medicina (somente graduação) – salário médio: R$ 6.938,39
7 - Demais cursos de Ciências Exatas e Tecnológicas (mestrado ou doutorado) – salário médio: R$ 5.349,96
8 - Geologia (graduação) – salário médio: R$ 5.285,77
9 - Militar – salário médio: R$ 5.039,14
10 - Ciências Agrárias (mestrado ou doutorado) – salário médio: R$ 5.028,37

Cargos com maiores médias de salário no Brasil

1 - Diretor de Processamento de Dados - R$ 19 mil
2 - Diretor de Tecnologia da Informação (TI) - R$ 18.600 a R$ 20 mil
3 - Diretor de Suporte Técnico - R$ 17.500






















 













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