quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Eu me autorizo a ser feliz?


Lembram-se da Cinderela??... Sim, aquela órfã maltratada por sua madrasta e irmãs, que sobrepõe-se às dificuldades e conquista nada menos do que o príncipe! É um relato envolvente do ponto de vista de um personagem comum. Comum como quase todas as pessoas que você conhece. Comum como às vezes nós próprios nos transformamos. Comum-insignificante... Pelo menos é como esse personagem se vê. E, para isso, numa história fictícia, utiliza as metáforas escondidas na fábula de Cinderela. E, por força de um desafio indesejado no trabalho, entra em contato com pessoas que revelam caminhos antes escondidos. A princípio, como todas as pessoas "comuns", age com desdém, ironia e distância. Aos poucos vê revelar-se uma nova pessoa em si.

O conceito geral é o "Eu me autorizo a...". Seja perceber e assumir emoções, dar o melhor de si, viver o presente, aproveitar o máximo do dia e da vida, ser feliz.

Quais são suas "madrastas"?
Quem ou o quê as representa na vida real?
Como você lida com suas dificuldades?
Você senta e espera uma solução ou levanta-se e busca sintonia com alternativas de cores e tamanhos variados?
Em que desejos estão escondidos seus "príncipes"?
Você deixa as portas abertas para que a felicidade te encontre?

Para mim, foi impossível deixar de traçar paralelos com tudo que já li, vivi e presenciei. Uma forma simbólica de emitir mensagens profundas. Uma forma usual e "romanceada", um formato palatável (aceitável, agradável), simples e eficiente.

(Útil. Para quem trabalha com pessoas e para quem é uma delas.)

Indicação de leitura: Livro "Cinderela de Saia Justa", de Chris Linnares.



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