quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Raiva, aprenda a lidar com a sua!


 
Um comportamento guiado pela raiva pode causar prejuízos desproporcionais e até mesmo irreparáveis que poderiam ser perfeitamente evitáveis caso a pessoa afetada entendesse melhor o que se esconde por detrás da violência dos gritos e destruição de objetos. Esse sentimento tão presente na vida moderna incomoda e é fonte de culpa.



A raiva é um sentimento perfeitamente natural, mas manifestações inadequadas podem ocorrer em quaisquer ambientes, sendo mais comum quando influenciadas pelas relações de poder, com os subordinados, no trabalho, ou no círculo mais íntimo do ambiente familiar. É um sentimento tão intenso que fica difícil estar ao lado da pessoa sem se sentir afetado.

Invariavelmente temos a chance de vislumbrar no outro a sua maneira particular de demonstrar contrariedade ao sofrer ou ter a expectativa de sofrer uma agressão, real ou imaginária, seja quando passeamos em um shopping e encontramos pais aflitos acompanhando uma criança fazendo birra ou quando surpreendemos um casal discutindo.

A pessoa dominada pela raiva, por óbvio, não age ou decide da forma mais acertada que poderia. Relembrar experiências pessoais dolorosas, analisar o início da contrariedade até a explosão destrutiva e os aspectos importantes e os irrelevantes da situação também fazem parte do processo de compreensão da raiva.

Quando a raiva vai embora, sobra a vergonha, o mal-estar, relacionamentos desfeitos, e alguns objetos quebrados, sem esquecer o arrependimento.
 
A psicoterapia é eficaz em investigar a origem da raiva, as tensões, frustrações e reações que causamos sobre as pessoas. 

A raiva acumulada se torna mais poderosa e o acúmulo dela a torna explosiva e perigosa, pois o sentimento de impotência frente a falha em controlar uma pessoa ou uma determinada situação  gera tensão e afasta as pessoas que estão próximas.

Dar novos passos nesse aprendizado é crucial para encontrar respostas emocionais e satisfazer o desejo de se expressar adequadamente, aceitando o sentimento, avaliando o momento em que aparece, sem descontar em coisas ou pessoas e o mais importante, sem culpa.

http://dasplus.com.br/compreendendo-a-raiva/



“Muito mais dolorosas são as consequências da raiva do que suas causas”. (Marco Aurélio)


“Se eu pudesse eu pegava a dor. Colocava dentro de um envelope e devolvia ao remetente!” (Mário Quintana)


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